Curiosidades

Uva com sabor de algodão-doce e kiwi de polpa amarela: conheça as frutas “diferentonas”

Veja a seleção de oito frutas “fora do comum” que estão na feira livre de Londrina

Bruna
Bruna Melo / Repórter com informações de Lais Cardoso, da RIC Record TV Londrina
Uva com sabor de algodão-doce e kiwi de polpa amarela: conheça as frutas “diferentonas”
Kiwi Gold. Foto: Alexandre Oshima

25 de setembro de 2021 - 13:26 - Atualizado em 25 de setembro de 2021 - 18:05

Frutas são alimentos importantes para uma alimentação saudável. Nelas, encontramos diversas vitaminas, minerais, fibras alimentares que colaboram com o funcionamento regular do organismo. A nutricionista Fernanda Oliveira explica que o consumo de frutas variadas é uma forma de também ingerir nutrientes variados. Para quem gosta de experimentar opções fora do comum, aqui vai uma seleção das mais “diferentonas” encontradas na feira livre de Londrina, no norte do Paraná. Tem até uva com sabor de algodão-doce.

Fernanda garante que a Uva Cotton Candy, vinda de Petrolina (PE), tem cheiro e sabor de algodão-doce. Ela chegou na região há pouco tempo e é uma variedade americana, boa opção para quem gosta do sabor doce marcante. No grupo das uvas também tem a Uva Melodia, que traz gosto de tutti-frutti e é crocante, sendo mais produzida no Rio Grande do Sul. Já o Abacaxi Gomo de Mel o consumidor consegue comer retirando os gomos, como se fosse uma jaca. A textura dele também é diferente, além de ter baixa acidez.

O Avocado pode ser frequentemente confundido com o abacate, mas não é: tem casca preta ao ficar maduro, é mais saboroso, levemente macio e serve tanto para protos doces quanto salgados. A Ameixa Gema de Ouro vem da Espanha e tem sabor semelhante às ameixas comuns, entretanto é mais doce e tem a polpa mais macia.

Continuando com as frutas de cores distintas, o Kiwi Gold (foto da matéria) com polpa amarela, além de fugir do famoso verde, também não tem os “pelinhos” na casca. Ele é mais doce que o kiwi e mais macio. Ele pode ser ingerido como um doce, cortando ao meio e pegando pedaços com a colher.

Já dizia o ditado popular, “quem planta tâmaras, não colhe tâmaras”. E não é invenção: a fruta leva 90 anos para ser colhida. Normalmente é comercializada desidratada e é vista em receitas como um substituto do açúcar. Ela vem de países asiáticos e é fonte de oxidantes.

Tâmaras. Foto: Alexandre Oshima

Para concluir a lista, existe a fruta conhecida por supostamente se a preferida da Rainha Vitória. O Magostin, originário da Índia e países do Mediterrâneo, teria a encantado durante um jantar. A fruta lembra o sabor da jabuticaba e serve mais para degustar, não para comer de uma vez “como uma maçã”, explica Fernanda.

Magostin. Foto: Alexandre Oshima

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