Curiosidades

Marido é atacado após pedir que esposa diminuísse o volume da TV; caso foi aos tribunais

O ataque envolveu jogar fotos no marido e morder seu dedo até sair sangue

Aline
Aline Taveira / Produtora com informações do Liverpool Echo
Marido é atacado após pedir que esposa diminuísse o volume da TV; caso foi aos tribunais
(Foto: Reprodução/ECHO)

2 de junho de 2021 - 18:26 - Atualizado em 2 de junho de 2021 - 18:26

Uma mulher de 55 anos atacou o marido quando ele desligou a TV após ela não diminuir o volume, como ele pedia. A britânica Ann Lunt começou a jogar fotos no marido e mordeu seu dedo tão forte que chegou a sair sangue.

O caso aconteceu em Liverpool, na Inglaterra, e foi levado aos tribunais. Um juiz importante disse hoje ao jornal Liverpool Echo que “raramente se deparou com alguém com menos remorso” do que a Sra. Lunt quando ela estava sentada carrancuda no banco dos réus. 

O casal esteve junto por quase 30 anos e se casou por 19, com dois filhos, de 12 e 17 anos. Derek Jones, promotor, disse que o casal estava em sua sala de estar quando, por volta das 15h, quando começaram a discutir. 

“Ele afirmou que tentou ignorá-la. Ela então começou a aumentar o volume da televisão e falou sobre namorados anteriores’,

disse o promotor

O marido pediu que ela diminuísse o volume e ela se recusou, então ele desligou a TV. Neste momento, ela jogou algumas fotos em cima dele. 

“Ele então as pegou e foi devolvê-las a ela e, ao levantar a mão para fazê-lo, afirma que ela se inclinou para a frente e com força mordeu o dedo mínimo de sua mão esquerda. Ela negou tê-lo mordido deliberadamente. [Ela disse] que o dedo dele entrou em sua boca e ela o mordeu acidentalmente.”,

afirmou o promotor

Ann Lunt negou a acusação de comportamento controlador ou coercitivo, que envolvia alegações de “agressões repetidas e comportamento agressivo e abusivo” contra o marido nos últimos seis anos.

Os promotores aceitaram sua confissão de culpa por agressão que causou danos corporais reais, relacionados apenas à mordida no dedo, em 27 de março deste ano. O juiz disse que não se tratava de “uma daquelas situações em que não havia provas” para a acusação de comportamento coercitivo, mas sim uma postura “pragmática”, de modo que ficaria nos autos.

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