Curiosidades

Após seis anos, fenômeno da Superlua será acompanhado de eclipse nesta terça (25)

No Brasil, o evento astronômico da Superlua será penumbral ou parcial, ou seja, será muito difícil de ser observado, explica

Caroline
Caroline Maltaca / Estagiária com informações da Agência do Brasil
Após seis anos, fenômeno da Superlua será acompanhado de eclipse nesta terça (25)
Após seis anos, o fenômeno da Superlua será acompanhado de um eclipse, esta noite (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

25 de maio de 2021 - 20:36 - Atualizado em 25 de maio de 2021 - 20:36

A Superlua que ocorre entre esta terça e quarta-feira (25 e 26) será acompanhada pelo eclipse lunar e curiosamente poderá ser visto perfeitamente por alguns pontos do mundo, principalmente pela América Central. No Paraná, o céu está limpo agora a noite e, conforme o Simepar, não deverá haver formações de nuvens ao logo da madrugada, algo raro para a capital, Curitiba, onde nem sempre é possível ver estes fenômenos devido à nebulosidade.

De acordo com a Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa), o eclipse será total no oeste dos Estados Unidos e do Canadá, em todo o México e na maior parte da América Central e do Equador, bem como no oeste do Peru e no sul do Chile e da Argentina. Também poderá ser visto em sua totalidade no leste da Austrália e da Nova Zelândia e nas ilhas do Pacífico, incluindo o Havaí.

Chamada de Superlua devido ao satélite natural alcançar seu ponto de maior proximidade com a Terra, no Brasil, o evento astronômico será penumbral ou parcial, ou seja, será muito difícil de ser observado porque começará no momento em que a Superlua já estará se pondo no horizonte.

“Quando a Lua entra na penumbra, temos um eclipse penumbral, quando entra em parte da umbra, temos um eclipse parcial e, quando entra totalmente na umbra, temos o eclipse total, quando a Lua fica ainda mais linda e avermelhada”,

disse à Agência Brasil a astrônoma e pesquisadora do Observatório Nacional Josina Nascimento.

Segundo Josina, o melhor ponto de visão do eclipse no Brasil será na parte a oeste do país, onde, por algum momento, ele será parcial.

“Quanto mais a oeste, melhor será visto. No eclipse penumbral, não conseguimos perceber a diminuição da luminosidade da Lua a olho nu”,

acrescetou Josina.

Segundo a Nasa, o último eclipse lunar ocorrido durante uma Superlua ocorreu há seis anos.

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