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Crise: chanceler vai à Colômbia para apoiar ajuda humanitária à Venezuela

Redação RIC Mais
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22 de fevereiro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 22 de fevereiro de 2019 - 00:00

Venezuelanos foram abrigados em instalações provisórias em Boa Vista, em maio de 2018 (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

“Estarei em Roraima para acompanhar a ajuda humanitária colocada à disposição do povo venezuelano pelo Brasil em cooperação com os Estados Unidos”, disse

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, viaja nesta sexta-feira (22) para Cúcuta, na Colômbia, fronteira com a Venezuela, para participar da cerimônia que formaliza do início da ajuda humanitária para os venezuelanos. A solenidade é organizada pelo presidente da Colômbia, Iván Duque, que coordenará na segunda-feira (25) reunião do Grupo de Lima.

Crise internacional

“Seguindo determinação do presidente Bolsonaro, viajarei amanhã a Cúcuta, Colômbia, fronteira com a Venezuela, para participar de evento em torno da ajuda humanitária ao povo venezuelano, organizado pelo Presidente Iván Duque, com a presença de autoridades de outros países da região”, afirmou Araújo na sua conta pessoal no Twitter.

O chanceler afirmou que no sábado (23) estará em Roraima. A capital, Boa Vista, e Pacaraima terão centros de distribuição dos donativos para os venezuelanos. “Estarei em Roraima para acompanhar a ajuda humanitária colocada à disposição do povo venezuelano pelo Brasil em cooperação com os Estados Unidos”, disse.

Reunião

Na reunião de segunda-feira (25) Araújo estará acompanhado pelo vice-presidente da República, Hamilton Mourão. O encontro é organizado por Iván Duque e contará com a presença do vice-presidente norte-americano, Mike Pence, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro, e líderes regionais.

“Na segunda-feira, dia 25, estarei em Bogotá, acompanhando o vice-presidente Mourão na reunião do Grupo de Lima que discutirá a evolução do processo de transição democrática na Venezuela”, disse o chanceler referindo-se ao Grupo de Lima que reúne o Brasil e mais 13 países.

Dos 14 integrantes do Grupo de Lima, 11 reconhecer Juan Gauidó como presidente legítimo da Venezuela, incluindo o Brasil. A ajuda humanitária e o acirramento da crise no país vizinho são os temas da reunião em Bogotá.

O encontro ocorre logo depois de o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, anunciar o fechamento da fronteira do Brasil com a Venezuela desde ontem (21) à noite.

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