Coronavírus

Após filas e aglomerações, Prefeitura vai até hospitais para vacinar profissionais de saúde

As vacinas serão aplicadas em cinco hospitais da capital: Evangélico Mackenzie, Cajuru, Trabalhador, Pequeno Príncipe e Hospital de Clínicas

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora com informações da Prefeitura de Curitiba
Após filas e aglomerações, Prefeitura vai até hospitais para vacinar profissionais de saúde
Foto: Franklin Freitas/redes sociais

29 de janeiro de 2021 - 12:56 - Atualizado em 29 de janeiro de 2021 - 13:21

Os últimos dias em Curitiba foram cercados por polêmicas após usuários registrarem muita aglomeração e uma imensa fila para a vacinação contra a covid-19 no Centro de Eventos Positivo, mais conhecido como ‘Pavilhão da Cura’, no Parque Barigui.

Na quinta, a Prefeitura de Curitiba chegou a suspender a imunização por meio de uma nota. “Aqueles que tinham horários agendados para a noite desta quinta-feira não devem ir ao local e aguardar novas orientações”.

Apesar disso, na manhã desta sexta (29) a cena se repetiu e gerou muita revolta. No barigui, a fila chegou a dar voltas no estacionamento.

(FOTO: FELIPE CONCEIÇÃO/ RIC RECORD TV)

Aglomeração para tomar vacina em Curitiba gera polêmica e prefeitura muda estratégia

Após o registro de longas filas, aglomeração e muita espera, a Prefeitura de Curitiba decidiu nesta tarde mudar a estratégia da vacinação. A princípio, profissionais serão encaminhados a cinco hospitais da cidade para fazer a imunização dos trabalhadores da saúde que fazem parte do grupo prioritário.

Em coletiva de imprensa, Márcia Huçulak, secretária municipal da Saúde de Curitiba, informou que os hospitais serão:

  • Evangélico Mackenzie
  • Cajuru
  • Pequeno Príncipe
  • Hospital do Trabalhador
  • Hospital de Clínicas

Conforme Márcia, a mudança na estratégia se dá com o objetivo de evitar aglomerações. Além disso, a secretária informou que o problema com as filas aconteceu pela falta de agendamento no aplicativo “Saúde Já”, pois uma informação falsa teria orientado os profissionais a irem até o pavilhão mesmo sem o agendamento, o que gerou tumulto.

“Trata-se de um processo novo para todos, que estamos aprimorando, além de melhorar o diálogo com os hospitais. Não queremos e não vamos perder o controle da vacinação do grupo prioritário”, assegurou ela, reforçando que a vacinação está sendo descentralizada a partir desta sexta.

Ao todo, Curitiba deve vacinar 79 mil indivíduos do grupo prioritário, e o problema com as filas e aglomerações será solucionado e não deve se repetir.

Adolescente furar fila vacinação
Foto: Eduardo Matysiak

“Foi um aprendizado. Com o cidadão, não teremos o problema que tivemos. Nós tivemos um ‘boom’ de gente cadastrada no aplicativo. Nós estamos com um esquema muito bem montado”, concluiu Márcia.

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