Economia

Conselho da Petrobras revisa posicionamento estratégico

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

26 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 26 de setembro de 2019 - 00:00

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou na quarta-feira, 25, a atualização da Visão, do Propósito e das Estratégias para o Novo Plano 2020-2024, que está em fase de elaboração, assim como o planejamento operacional e financeiro. A estatal fez ajustes em cada segmento de negócios, com foco no core business.

Segundo a companhia, “a nova visão da Petrobras é ser a melhor empresa de energia na geração de valor para o acionista, com foco em óleo e gás e com segurança, respeito às pessoas e ao meio ambiente”.

No setor de exploração e produção, a empresa quer maximizar o valor do portfólio, com foco em águas profundas e ultra profundas, buscando eficiência operacional, otimização do fator de recuperação e parcerias. Além disso, a estatal planeja um crescimento sustentado em ativos de óleo e gás de classe mundial, em águas profundas e ultra profundas.

No que se refere ao setor de gás e energia, a petrolífera reitera que pretende sair integralmente da distribuição e do transporte de gás, focando no autoconsumo e na comercialização de gás próprio.

Já em relação às atividades de refino, transporte e comercialização de derivados, a estatal afirma que pretende atuar de forma competitiva neste segmento, com foco nas operações do Sudeste, além de sair integralmente também dos negócios de fertilizantes, distribuição de GLP e de biodiesel.

Sobre o setor de renováveis, a empresa pretende desenvolver pesquisas visando a atuação, em longo prazo, em negócios de energia renovável com foco em eólica e solar no Brasil e viabilizar comercialmente o diesel renovável e o BioQav como resposta às políticas de sustentabilidade da matriz energética brasileira.

“Estamos construindo a nova Petrobras, uma empresa sustentável, competitiva, que atua com segurança e ética, gerando mais valor para seus acionistas e para a sociedade. Seremos uma companhia dedicada à exploração e produção de petróleo em águas profundas, menos endividada”, destacou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em fato relevante enviado ao mercado.

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