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Comerciante afirma que concorrente jogou ‘terra de cemitério’ em sua loja

A situação registrada na Grande Curitiba foi filmada por câmeras de segurança

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações de Mariana Braga, da RIC Record TV Curitiba
Comerciante afirma que concorrente jogou ‘terra de cemitério’ em sua loja
Foto: Reprodução/Câmera de segurança

18 de outubro de 2021 - 15:03 - Atualizado em 18 de outubro de 2021 - 15:06

Desde que uma comerciante de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, foi filmada quando jogava um pó escuro em frente a uma loja concorrente, localizada na Avenida Getúlio Vargas, não se fala em outra na cidade.

No vídeo, gravado às 23h de 1º de outubro, é possível ver que a mulher estaciona o carro que dirigia, desce do veículo, vai até a porta do estabelecimento e despeja o pó escuro que está dentro de um pote

A proprietária da óticas onde a situação ocorreu conversou com o Balanço Geral Curitiba. Ela explicou que não registrou boletim de ocorrência por medo e acredita que o que foi deixado em frente ao seu comércio é ‘terra de cemitério‘, como parte de algum trabalho para prejudicar seus negócios. 

 “Morro de medo, não estou julgando a religião, mas eu estou julgando a pessoa. Porque o ódio da pessoa para ela fazer isso quase meia-noite, sair na rua para fazer uma coisa dessas, a pessoa tem muita maldade”,

declarou a mulher, que prefere não se identificar. 

Ainda segundo ela, depois que a suposta ‘terra de cemitério’ foi jogada no local, uma de suas funcionárias pediu demissão, o movimento caiu e ela ficou psicologicamente abalada. “Ela deu muito, muito, prejuízo para mim. Psicologicamente pior ainda porque quando eu vi aquela imagem, eu passei mal a noite inteira porque até então, eu não sabia quem era. Quando eu vi a imagem, fiquei dois dias doente. Era terra mesmo, não tinha outra coisa além de terra. Ela falou que era pó de café, mas nada a ver o pó de café com a terra”, completou. 

A equipe da RIC Record TV tentou entrar em contato com a mulher que aparece nas imagens, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.