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Caso Daniel: defesa de Eduardo Purkote nega que vá pedir habeas corpus

Redação RIC Mais
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16 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 16 de novembro de 2018 - 00:00

Eduardo Purkotte Chiuratto foi preso na quinta-feira (15) (Reprodução)

Defesa de Eduardo Purkote Chiuratto vai esperar novo depoimento no caso Daniel para tomar as medidas cabíveis

O advogado de defesa de Eduardo Purkote Chiuratto, 18 anos, negou que vá pedir habeas corpus antes do jovem ser ouvido novamente pelo delegado responsável pelo caso Daniel, Amadeu Trevisan.

Eduardo Purkote foi o sétimo suspeito preso pela morte do jogador. O mandado de prisão contra ele foi cumprido durante o feriado da proclamação da República, na quinta-feira (15), em um condomínio de luxo em São José dos Pinhais.

Além de Eduardo, permanecem presos Edison Brittes, Cristiana Brittes, Allana Brittes, David Willian Vollero da Silva, Ygor King, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva.

Habeas corpus Eduardo Purkote

O advogado de defesa de Eduardo Purkote Chiuratto, Ricardo Dewes disse que vai “aguardar ele prestar os devidos esclarecimentos para a autoridade policial e somente após isso faremos o pedido”, explica.

No dia da prisão, o advogado disse informou que “não sabe o motivo da prisão” e disse que “todos ficaram surpresos”, pois não há elementos que justifiquem a prisão em pleno feriado. A defesa ainda negou que Eduardo Purkote tenha pego a faca e participado do espancamento.

Jogador Daniel Correa foi espancado (Reprodução)

Participação de Eduardo Purkote

Segundo o delegado Amadeu Trevisan, o jovem foi preso porque “quebrou celular, arrombou a porta, teria pego a faca da execução na cozinha”, e agrediu o jogador Daniel morto no dia 27 de outubro. Além disso, ele garante que o jovem será ouvido na segunda-feira às 10h. “Agora está preso no anexo da carceragem da delegacia”.

Família Brittes permanece presa temporariamente (Reprodução)

Testemunha sugeriu ligar para o Samu

Evellyn Brisola, amiga de Allana Brittes que ‘ficou’ com o jogador Daniel na casa noturna prestou depoimento no dia treze de novembro de 2018 e contou que depois do espancamento, Edison Brittes pediu para que todos limpassem a casa, dividindo tarefas.

O colchão foi cortado, por estar sujo de sangue, e os documentos do jogador foram queimados. O celular ainda teria sido destruído por um dos gemêos. A jovem ainda relatou que as agressões duraram aproximadamente cinco minutos e que, sugeriu para Edison chamar o Samu, mas ele disse ‘quem manda aqui sou eu’.

Testemunha do caso Daniel falou sobre o que viu antes da morte do jogador (Reprodução)
Caso Daniel: depoimentos revelam contradições entre suspeitos e testemunhas

Desde a primeira versão do crime, apresentada pelo assassino confesso do jogador Daniel Corrêa Freitas, muita coisa mudou. Conforme as investigações foram intensificadas, a versão apresentada por Edison Brittes Junior foi contestada. Confira o depoimento dos envolvidos no crime e às testemunhas do caso Daniel.

Edison Brittes a filha e a esposa se reuniram com suspeitos em um shopping (Reprodução)
Assista à reportagem feita pelo repórter Daniel Santos:

RICTV foi com exclusividade até o local do crime para ver homenagem ao jogador Daniel Correa. Veja!

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