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Caso Daniel Correa: esposa e filha de suspeito são presas

Redação RIC Mais
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1 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 1 de novembro de 2018 - 00:00

O jogador foi assassinado no fim de semana no Paraná. (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)

Família inteira foi presas pela Polícia Civil após morte de jogador Daniel Correa

Além do suspeito de ter matado o jogador Daniel Correa, Edison Brittes Júnior, a Polícia Civil prendeu a esposa e a filha dele. A mulher, de 35 anos, teria se entregado na quarta-feira (31). Já a filha, que completou 18 anos no dia do crime, foi presa junto com o pai, em casa, em São José dos Pinhais. 

Todas as prisões são temporárias e tem duração de 30 dias, de acordo com a defesa. 

De acordo com o advogado do suspeito, Daniel fez fotos com a esposa do suspeito na cama do casal e, ainda, teria mandado mensagens por aplicativos de mensagem dizendo “vou comer”. Para a defesa, isso causou “brutal destempero emocional” no marido da mulher e principal suspeito.

“Por mais que tivesse pego a mulher naquelas condições, foi exagero. Um excesso. Um ato totalmente desproporcional”, disse o delegado Amadeu Trevisan.

Reprodução

Noite antes da morte de Daniel

No sábado (27), em Curitiba, Daniel passou a noite de sábado com amigos em uma casa noturna sertaneja, motivo pelo qual ele teria viajado até a cidade, e no mesmo local onde a família comemorava o aniversário de 18 anos da filha. 

De lá, no início da madrugada, Daniel Correa teria embarcado de carona em uma corrida de aplicativo de transporte com um grupo e seguido para a residência da família, na Grande Curitiba, onde tudo aconteceu.

A administração da boate confirmou que Daniel esteve no local e afirmou que o jogador não se envolveu em nenhuma confusão dentro do local.

Testemunhas do caso Daniel Correa foi ouvida

Uma testemunha considerada chave foi ouvida durante a manhã de ontem, por três horas, na delegacia de São José dos Pinhais. Em depoimento, ela teria relatado que Daniel foi brutalmente espancado dentro da residência do principal suspeito. Ele foi até o local com os mesmos amigos que o acompanhavam em uma casa noturna de Curitiba. O grupo resolveu ir à festa na casa do suspeito, após sair da boate.

Passado algum tempo, na casa do suspeito, a testemunha ouviu um grito de socorro em um dos quartos – que aconteceu entre quatro paredes, antes do pedido de socorro, ainda não foi confirmado pela polícia.

No entanto, depois disso que a testemunha viu o jogador no quarto, só de cueca e camisa, enquanto quatro homens o espancavam. Um deles seria o marido ou da mulher que pediu por socorro. Na ocasião, mesmo respirando com muita dificuldade e muito machucado, Daniel conseguia implorar para não ser morto.

Reprodução

Sepultamento

O corpo do jogador morto em na região de Curitiba foi sepultado na tarde desta quarta-feira em Conselheiro Lafaiete, em Minas Gerais, onde vive a família. Antes, amigos e familiares foram até o Ginásio Municipal, onde ocorreu o velório, para dar o último adeus ao jovem de apenas 24 anos.

Assista à reportam sobre o caso Daniel Correa:

O repórter Ricardo Vilches, da RICTV, traz os detalhes.

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