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Caso Andressa: Autor de crime é condenado a mais 33 anos de prisão

Valdecir José do Prado foi condenado há mais de 33 anos de prisão pelo assassinato e estupro de Andressa de Brito de Souza

Aline
Aline Cristina / Repórter
Caso Andressa: Autor de crime é condenado a mais 33 anos de prisão
(foto: arquivo Ric TV Record)

18 de junho de 2021 - 09:45 - Atualizado em 18 de junho de 2021 - 09:46

Valdecir José do Prado foi condenado há mais de 33 anos de prisão pelo assassinato e estupro de Andressa de Brito de Souza, encontrada morta na Vila Cajati, área rural de Cascavel. O veredito foi dado no fim da tarde de quinta-feira (17).

A sentença foi de 33 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de homicídio duplamente qualificado e estupro.

O acusado que negou o crime quando foi preso, diante das provas apuradas durante o processo, acabou confessando em plenário.

“Durante o júri ele confessou o crime, disse que matou a vítima, porém negou que estuprou Andressa. Mas o laudo pericial foi extremamente preciso, assim como o exame de necropsia, que mostrava que a vítima sofreu violência sexual.”

Ricardo Augusto Pegolo – advogado de acusação

Andamento

O júri que era para ter acontecido em abril, foi prorrogado para que o exame de DNA estivesse nos autos, com o resultado a nova data foi marcada para quinta-feira (17). A defesa incluiu um laudo pericial que comprova que Andressa teria sido estuprada pelo acusado, antes de morrer.

O homem acusado pelo crime foi detido pelas equipes da Delegacia de Homicídios de Cascavel, cinco dias após o crime.

O crime chocou toda a comunidade por tamanha brutalidade.

Sobre o crime

O homicídio foi registrado na área rural de Cascavel. A vítima morava com o filho, o marido e o cunhado, entretanto na tarde desta sexta-feira Andressa estava apenas com a criança na casa. O conjunto residencial é formado por aproximadamente 45 casas.

(Foto: arquivo)

De acordo com a polícia um homem chegou à residência a pé e cometeu o crime dentro do local. Andressa foi encontrada morta com golpes de faca.  A criança, que foi encontrada enrolada em cobertores, estava com ferimentos na região da cabeça e foi levada para a UPA.

Após cometer o crime, o homem saiu do local e fugiu por uma área de mata, mas foi localizado pela polícia, cinco dias depois. 

Na época, ele negou o crime.

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