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Casal é afastado por suspeita de estelionato contra o SUS em Londrina

Redação RIC Mais
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12 de fevereiro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 12 de fevereiro de 2019 - 00:00

A clínica psiquiátrica, também conhecida por CPL, já foi alvo de investigações do Ministério Público em 2010. Na ocasião as denúncias foram de maus tratos contra os pacientes.Foto: João Ramondini/Reprodução/RICTV

Os pacientes ficariam internados por mais tempo do que o necessário para que a clínica recebesse os repasses do Sistema Único de Saúde.

Na manhã desta terça-feira, (12), policiais e promotores do Gaeco cumpriram mandados de busca e apreensão numa clínica psiquiátrica na Zona Oeste de Londrina. A clínica atende pacientes do SUS, dependentes químicos e que tenham algum tipo de transtorno psiquiátrico.

Pacientes ficariam internados por mais tempo do que o necessário

A operação investiga denúncias de falsidade ideológica em prontuários de pacientes e um eventual crime de estelionato contra o SUS. Os pacientes ficariam internados por mais tempo do que o necessário para que a clínica recebesse os repasses do Sistema Único de Saúde.

O casal responsável pela direção da clínica foi afastado das suas funções. “O que nós solicitamos foram medidas cautelares que foram deferidas pelo juízo de forma a afastar e  proibir o acesso dos diretores dessa unidade ao local. Então, eles estão sendo afastados das suas funções temporariamente até que as investigações prossigam e possam ser concluídas”, informou o promotor do Gaeco, Leandro Antunes.

A investigação ainda apura se houve crime de maus tratos contra os pacientes

De acordo com o promotor, os investigadores ainda estão levantando informações se há denúncias de maus tratos. As equipes da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros também estiveram no local averiguando as condições sanitárias da clínica.

Há informações de que o Conselho de Medicina e de Enfermagem também foram acionados.

A clínica psiquiátrica, também conhecida por CPL, já foi alvo de investigações do Ministério Público em 2010. Na ocasião as denúncias eram de maus tratos contra os pacientes.

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