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Caixa/Guimarães: se governo prorrogar auxílio, será para quem já está recebendo

Estadão
Estadão Conteúdo

26 de junho de 2020 - 11:22 - Atualizado em 26 de junho de 2020 - 11:22

Se o governo prorrogar o auxílio emergencial, os beneficiados serão os mesmos que recebem o pagamento atualmente, de acordo com o presidente da Caixa, Pedro Guimarães. Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, o dirigente do banco evitou detalhar a prorrogação, confirmada pelo presidente Jair Bolsonaro ontem.

Conforme o Broadcast adiantou, o auxílio emergencial vai ser prorrogado em três parcelas com valores decrescentes: R$ 500, R$ 400 e R$ 300. “Serão pelo menos 65 milhões que já são os beneficiários que estão recebendo”, disse Guimarães na coletiva. O auxílio começou a ser pago em função da pandemia de covid-19 para trabalhadores informais, autônomos e desempregados.

Valores e calendário estão sendo discutidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e vão ser anunciados pelo presidente Jair Bolsonaro, afirmou Pedro Guimarães. De acordo com a Caixa, 64,1 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo auxílio emergencial até o momento, com um impacto de R$ 90,8 bilhões. O prazo para pessoas pedirem o benefício termina no dia 2 de julho.

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