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Cadeirante suspeito de matar casal de catadores de recicláveis é preso na Grande Curitiba

O homem de 32 anos também teria executado um policial militar em São Paulo; ele se tornou cadeirante após sofrer um acidente em 2017

Caroline
Caroline Berticelli / Editora
Cadeirante suspeito de matar casal de catadores de recicláveis é preso na Grande Curitiba
O suspeito andava normalmente quando cometeu os crimes, segundo a polícia. (Foto: Reprodução/RIC Record TV)

11 de dezembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:04

A Força-tarefa do projeto Em Frente Brasil prendeu, na manhã desta terça-feira (10), um cadeirante suspeito de cometer um duplo homicídio em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, em 2017. 

Felipe Santiago Santana Neto, de 32 anos, também é considerado foragido pela Justiça de São Paulo, por ter praticado um latrocínio contra um policial militar em 2010. Foi depois do crime, que ele se mudou para o Paraná com a intenção de fugir da polícia. 

Em 2018, Felipe sofreu um grave acidente de trânsito e se tornou cadeirante

Catadores de recicláveis foram executados dentro de casa

Segundo a investigação, no dia 18 de junho de 2017, o suspeito foi até a casa dos catadores de recicláveis no Jardim Cristal e executado os dois a tiros

Durante a confusão, ele acabou disparando também contra a própria mão e precisou procurar por ajuda em um hospital da cidade. Quando os corpos do casal foram encontrados, a perícia coletou um sangue diferente do das vítimas na cena do crime. Na ocasião, o material foi recolhido e agora será confrontado com o material genético de Felipe

Conforme o delegado Michel Carvalho, a motivação do crime não está esclarecida, no entanto, o suspeito teria sido contratado para executar os catadores. “Aqui no Paraná, agora, ele vai responder esse duplo homicídio. Ao que tudo indica por um motivo torpe, um motivo repugnante, pode ter recebido dinheiro, inclusive, pra cometer esse delito. Nós estamos até no encalço de materializar o mandante desse crime, que está por trás dessas mortes”, explicou. 

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