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Síndico espalha fezes de cachorro no carro de vizinho: “A próxima vez que te ver, vou te matar”

A ação ocorreu após o síndico se irritar com a atitude do dono do animal em não recolher as fezes que o cão deixou no gramado

Aline
Aline Taveira / Produtora com informações do Metrópoles
Síndico espalha fezes de cachorro no carro de vizinho: “A próxima vez que te ver, vou te matar”
(Foto: Reprodução/ Rafaela Felicciano/Metrópoles)

15 de junho de 2021 - 10:26 - Atualizado em 15 de junho de 2021 - 10:26

O síndico de um prédio no Distrito Federal passou fezes de cachorro no carro de um vizinho que se recusou a recolhê-las. Revoltado com a situação, ele recolheu o cocô e o jogou na porta do carro do morador.

O caso ocorreu na semana passada e o morador registrou um boletim de ocorrência contra o síndico. Conforme consta na denúncia, ele estava andando com o cachorro, que acabou defecando no meio do gramado durante o passeio. 

“De imediato, o síndico do bloco chegou aos gritos indagando: ‘O senhor não vai retirar o cocô do cachorro?’, sendo respondido que não”, diz o registro.

Com a resposta negativa, o síndico teria dito que jogaria as fezes na casa e na cara dele. Segundo o Metrópoles, após a discussão, cada um dos envolvidos tomou direções opostas e não se falaram mais.

No entanto, o síndico foi flagrado por câmeras de segurança com um pequeno saco plástico na mão. Ele vai em direção ao carro do vizinho e joga cocô no vidro e nas portas.

O tutor do animal explicou que não teria levado um saquinho para coletar as fezes. Thiago Calmon, 43 anos, é filho do tutor do cachorro e lamenta a situação. 

“Meu pai mora ali tem mais de 30 anos. Ele não catou o cocô na hora e foi esse problema todo. Às vezes, acontece isso e a gente não está esperando, não está com o saco plástico na hora. Acontece.”, explicou ao Metrópoles.

No dia seguinte, Thiago foi até o bloco para falar com o síndico. Após troca de ofensas mútuas, o responsável pelo prédio teria dito: “A próxima vez que te ver vou te matar”.

Desde esse dia, o carro não foi lavado, para ficar como prova do ocorrido. 

“Se precisar ficar um ano lá, falei com meu pai para deixar. Já fiz uma cartinha para os moradores do prédio também avisando o que o síndico deles fez”, conta.

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