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Mulher é detida após chamar vendedora de “macaca” em aeroporto

Durante a revista feita por uma policial mulher, a suspeita ainda tentou agredir a profissional com cabeçadas, chutes e mordidas

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações do R7
Mulher é detida após chamar vendedora de “macaca” em aeroporto
Foto: reprodução Google Maps/Percio Bruno

29 de agosto de 2020 - 17:36 - Atualizado em 29 de agosto de 2020 - 17:36

Uma mulher acompanhada de três crianças foi detida no aeroporto de Confins, na região metropolitana de Belo Horizonte (BH), após ser suspeita de chamar uma vendedora de um quiosque de macaca nesta sexta-feira (28).

De acordo com a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a mulher de 36 anos teria se aproximado da loja do aeroporto para perguntar o valor dos produtos, e durante a conversa teria se irritado e desferido palavras de baixo calão contra a vendedora.

Vendedora chamada de macaca em aeroporto fez queixa na Polícia Militar

De acordo com o boletim de ocorrência, a discussão continuou e, exaltada, a agressora chamou a vendedora de “macaca”. Em seguida, a vítima deixou a loja e foi até o posto de atendimento da Polícia Militar para prestar queixa, mas foi seguida pela suspeita.

No posto de atendimento da PM, a agressora ainda teria desacatado os agentes. De acordo com os policiais, a mulher disse que os indivíduos eram “um bando de folgados”, e que não sabiam com quem estavam falando, já que ela supostamente seria filha de policial.

Além disso, a suspeita disse que já teria sido presa e ameaçou “tirar sangue” dos policiais militares.

Após a confusão, a mulher teve voz de prisão decretada, e apesar de ter reagido foi imobilizada e algemeada pelas autoridades.

Durante a revista feita por uma policial mulher, a suspeita ainda tentou agredir a profissional com cabeçadas, chutes e mordidas.

A suspeita foi conduzida à Delegacia de Plantão de Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte, e foi autuada por desacato, injúria racial e resistência.

As crianças que estavam com ela foram entregues ao conselho tutelar, e devem ser encaminhadas ao companheiro da suspeita.

Até o momento, o R7 informou que a Polícia Civil do município não se manifestou sobre o caso.

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