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Cantora Marília Mendonça morre em acidente aéreo em Minas Gerais

Diferente do que informou a asssessoria da cantora incialmente, já há cinco mortos confirmados

Giselle
Giselle Ulbrich
Cantora Marília Mendonça morre em acidente aéreo em Minas Gerais

5 de novembro de 2021 - 17:47 - Atualizado em 5 de novembro de 2021 - 19:33

Acaba de ser confirmada a morte da cantora Marília Mendonça, 26 anos. Ao contrário do que informou a assessoria da cantora, anteriormente, já são cinco mortos confirmados no acidente. Nenhum tripulante sobreviveu.

Avião decolou de Goiânia (GO) e a cantora seguia para um show em Minas Gerais. O avião caiu perto de uma cachoeira na serra de Caratinga, interior de Minas Gerais (MG), já perto do aeroporto, na tarde desta sexta-feira (05). Ainda não se sabe o que motivou a queda da aeronave.

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais acaba de enviar nota oficial confirmando:

“O Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais informa que nesta sexta (5), ocorreu a queda de uma aeronave de pequeno porte, modelo Beech Aircraft, na zona rural de Piedade de Caratinga. O CBMMG confirma que a aeronave transportava a cantora Marília Mendonça e que ela está entre as vítimas fatais.”

Também morreram o produtor da cantora, Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, o piloto e o co-pilto do avião. Estes dois ainda estão dentro da aeronave presos às ferragens.

Logo após o comunicado dos bombeiros, a assessoria da cantora também emitiu a confirmação:

“Com imenso pesar, confirmamos a morte da cantora Marília Mendonça, seu produtor Henrique Ribeiro, seu tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho, do piloto e copiloto do avião, os quais iremos preservar os nomes neste momento. O avião decolou de Goiânia com destino a Caratinga/MG, onde Marília teria uma apresentação esta noite. De momento, são estas as informações que temos.”, informou em nota a assessoria da cantora.”

Matéria em constante atualização.

Investigações

De acordo com um nota oficial, investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA 3) foram acionados para realizar a ação inicial no local de acidente. Logo no início, os oficiais fotografam o local, retiram partes da aeronave para análise, ouviram relatos de testemunhas, reuniram documentos, mas até o momento não há uma explicação concreta do que pode ter acontecido.

“Não existe um tempo previsto para essa atividade ocorrer, dependendo sempre da complexidade da ocorrência”,

informou em nota.