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‘Brasil ressurge depois de estar à beira do socialismo’, diz Bolsonaro na ONU

Bolsonaro discursou na Assembleia Geral ONU por aproximadamente 30 minutos; o presidente também falou sobre o Cuba e Venezuela e o fim do programa ‘Mais Médicos”

Redação RIC Mais
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‘Brasil ressurge depois de estar à beira do socialismo’, diz Bolsonaro na ONU
Durante o discurso, Bolsonaro também atacou o ex-presidente Lula. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

24 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 24 de setembro de 2019 - 00:00

Em um discurso de aproximadamente meia hora, o presidente Jair Bolsonaro fez sua estreia na Assembleia Geral da ONU sem começar seu pronunciamento focando na questão climática, principalmente no que tange a questão das queimadas na Amazônia. Bolsonaro iniciou sua fala citando que assumiu um País que estava “à beira do socialismo”, fortemente influenciado por Cuba e Venezuela, de acordo com ele.

“Lhes apresento um novo Brasil, que ressurge depois de estar à beira do socialismo” foi a frase escolhida pelo presidente para iniciar o discurso, logo depois dos agradecimentos a Deus por sua vida e de dizer que iria “restabelecer a verdade”.

Na ONU, Bolsonaro também falou sobre Cuba

Bolsonaro ainda mencionou que o Brasil não colabora mais com a ditadura cubana após o cancelamento do programa Mais Médicos, que visava a interiorização de médicos cubanos no País.

O presidente citou, ainda durante seu discurso na ONU, a Venezuela como exemplo a não ser seguido pelo Brasil. “Outrora democrática, hoje nossos vizinhos venezuelanos experimentam a crueldade do socialismo” que, de acordo com ele, é mantido por agentes do regime cubano que controlam a sociedade local, acrescentando que a história mostra esses agentes infiltrados.

Sobre a situação na Venezuela, Bolsonaro ainda citou que o Brasil trabalha com os Estados Unidos para restabelecer a democracia em solo venezuelano. Finalizando o bloco sobre socialismo de sua fala, o presidente ainda afirmou que o Foro de São Paulo, “organização criminosa criada por Fidel (Castro, ex-presidente de Cuba), Lula (Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente do Brasil) e Chávez (Hugo Chávez, ex-presidente da Venezuela)”, precisa ser combatido.

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