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Bolsonaro encontra assessor de Segurança Nacional de Trump nesta quinta

Redação RIC Mais
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29 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 29 de novembro de 2018 - 00:00

O presidente eleito, Jair Bolsonaro cumprimenta apoiadores em frente à sua casa, na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

John Bolton afirmou que deve ouvir quais são as prioridades do presidente eleito e repassar as opiniões do presidente Trump; a reunião acontece no Rio

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) vai receber na manhã desta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro, o assessor de Segurança Nacional dos Estados Unidos, John Bolton.

Encontro de Bolsonaro e Donald Trump

Bolton classificou a vitória de Bolsonaro como uma “oportunidade histórica” para as relações com o Brasil. O presidente norte-americano, Donald Trump, foi o primeiro líder estrangeiro a parabenizar o presidente eleito. Em uma entrevista coletiva na Casa Branca, o assessor de Segurança falou sobre o presidente do Brasil.

— Meu encontro com o presidente eleito Bolsonaro é um resultado da ligação do presidente Trump para parabenizá-lo na própria noite da eleição.

Relações podem ter novo nível

Segundo Bolton, Trump e Bolsonaro podem levar a relação bilateral a um novo nível.

— Encaramos como uma oportunidade histórica para que o Brasil e os Estados Unidos trabalhem juntos em uma série de áreas, como economia, segurança e outras.

O assessor norte-americano afirmou também que deve ouvir “quais são as prioridades do presidente eleito, para tentar responder a elas” e repassar as “opiniões do presidente Trump” para que, quando Bolsonaro chegar ao poder, em janeiro, “os dois líderes possam começar a trabalhar com parte do trabalho feito”.

Há, ainda, a expectativa de que Bolton e Bolsonaro conversem sobre uma possível estratégia regional sobre as crises na Venezuela e a relação com Cuba. Os dois também debaterão “uma estratégia regional para lidar com a influência política e econômica da China” na América Latina, sobre a qual os Estados Unidos aumentaram as críticas.

 

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