Economia

Black Friday: consumidor terá gasto médio entre R$ 750 e R$ 1.100

Redação RIC Mais
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23 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 23 de novembro de 2018 - 00:00

Os estudos mostram que a preferência dos consumidores que vão às compras na busca por roupas, calçados e smartphones (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

Segundo estimativas, a consolidação da data fará com que compradores desembolsem entre R$ 762 e R$ 1.145 nesta sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Nesta sexta-feira (23), mais uma edição da Black Friday -evento que caiu no gosto dos consumidores e empresários- acontece. Segundo estimativas, a consolidação da data fará com que compradores desembolsem entre R$ 762 e R$ 1.145 nesta sexta.

Tecnologia e Black Friday

Um estudo, realizado em parceria entre o  Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) prevê que cada consumidor deve comprar cerca de três produtos e arcar com R$ 1.145,75. De acordo com Gisela Pougy, diretora da Gsk, o aumento do valor que os consumidores pretendem gastar durante o evento é justificado pelo ‘desejo de comprar tecnologias mehores’. 

Os entrevistados afirmam esperar por um desconto médio de 45% nos produtos e serviços ofertados ao longo do evento. Com os descontos, a previsão da Ebit/Nielsen é que a data movimente R$ 2,43 bilhões neste ano. Ambos os levantamentos consultados apontam que mais da metade dos consumidores tem a intenção de realizar compras na Black Friday desta sexta-feira. Destes, mais de um terço das compras devem ser realizadas em sites e aplicativos, afirmam SPC e CNDL.

Na busca pelos melhores preços, 44% dos entrevistados pela pesquisa garantem que passarão a madrugada conectados para garantir boas compras. Outros 64% admitem que vão permanecer online durante o expediente para ficar antenado nas ofertas.

Produtos mais procurados no evento

Os estudos mostram que a preferência dos consumidores que vão às compras na busca por roupas, calçados e smartphones. Na sequência, aparecem os aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos. Segundo o levantamento da Gsk, 75% dos entrevistados disseram ainda que pretender comprar bens duráveis. “Vestuários e calçados estão em primeiro lugar, mas do segundo ao quinto são basicamente eletrônicos”, explica Gisela.

Segundo a diretora da Gsk, o evento tomou o espaço do Natal, que oferece produtos a preços mais altos e ficou “esmagado” entre a Black Friday e os tradicionais saldões de janeiro. “O consumidor já percebeu isso e se organiza para antecipar ou postergar a compra dele, já que as promoções do começo do ano têm agressividade de descontos similares à da Black Friday”, avalia.

Vítima de site falso não pode denunciar 

Prática usada por estelionatários, os sites falsos costumam ser disseminados com mais intensidade em datas como a Black Friday. Tratam-se de links enviados por e-mail ou em aplicativos de mensagens e que são páginas praticamente idênticas às de grandes lojas online. O consumidor irá comprar, mas nunca receberá o produto e pior: não terá para quem processar

“É o que a gente chama de culpa exclusiva do consumidor, porque ele deixou de verificar as condições mínimas de segurança para realizar aquela compra. Muita gente se aproveita da credibilidade de certas empresas, dispara e-mails com links para páginas falsas e aplica esses golpes”, afirmou o advogado Marco Antonio Araujo Junior. 

10 dicas para aproveitar melhor a Black Friday

A adesão das lojas virtuais a essa verdadeira febre (mundial, diga-se de passagem) também deve bater recordes em 2017. Em 2016, segundo levantamento que a BigData Corp. fez especialmente para o PayPal Brasil, 95,6% dos e-commerces nacionais criaram promoções online para a data. E não há motivo para acreditar que, desta vez, alguém vai querer ficar de fora da festa. Confira no Portal RIC Mais, 10 dicas para que a Black Friday se torne uma oportunidade excepcional!

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