Agronegócio

Soja toca máxima de 4 anos em Chicago com firme demanda chinesa

Reuters
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26 de outubro de 2020 - 19:19 - Atualizado em 26 de outubro de 2020 - 19:20

Por Tom Polansek

CHICAGO (Reuters) – Os contratos futuros da soja negociados em Chicago atingiram o maior nível em mais de quatro anos nesta segunda-feira, avançando pela sexta sessão consecutiva em meio à firme demanda da China pela oleaginosa.

Os futuros do milho recuaram da máxima de 14 meses registrada na sexta-feira, enquanto o trigo também terminou em queda após fortes ganhos na sessão anterior.

O mercado tem acompanhado de perto a demanda chinesa, já que os importadores do país asiático aceleraram as compras de produtos agrícolas dos Estados Unidos recentemente. Essas transações ajudam no cumprimento de promessas feitas na fase 1 do acordo comercial assinado pelos dois países em janeiro.

Apesar disso, chuvas registradas no Brasil, maior exportador de soja do mundo, limitaram os ganhos da oleaginosa no mercado futuro, segundo operadores.

“Vai ser necessário algum problema climático na América do Sul ou uma demanda contínua da China por exportações para sustentar o rali no mercado da soja”, disse Tom Pfitzenmaier, analista da Summit Commodity Brokerage em Iowa.

O contrato mais ativo da soja fechou em alta de 4 centavos de dólar, a 10,8775 dólares por bushel, após atingir uma máxima de 10,8975 dólares durante a sessão –maior nível desde julho de 2016.

O milho recuou 1,50 centavo, para 4,1775 dólares/bushel, depois de tocar o maior nível desde agosto de 2019 na sexta-feira. O trigo cedeu 12,75 centavos, a 6,20 dólares o bushel, após salto de 1,6% na sessão anterior.

(Reportagem de Tom Polansek em Chicago, Naveen Thukral em Cingapura e Sybille de la Hamaide em Paris)

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