Agronegócio

Soja recua em Chicago com progresso em negociações trabalhistas na Argentina

Reuters
Reuters

28 de dezembro de 2020 - 17:49 - Atualizado em 28 de dezembro de 2020 - 17:50

Por Christopher Walljasper

CHICAGO (Reuters) – Os contratos futuros da soja negociados em Chicago recuaram nesta segunda-feira, após tocarem novas máximas de seis anos e meio no “overnight”, à medida que o mercado aguarda negociações relativas à greve de trabalhadores do setor de oleaginosas na Argentina.

O trigo recuou, com o registro de chuvas nos Estados Unidos ajudando no desenvolvimento da safra de inverno (do Hemisfério Norte), enquanto o milho avançou em meio ao otimismo com as exportações.

O contrato mais ativo da soja fechou em queda de 7,25 centavos de dólar, a 12,5725 dólares por bushel, maior recuo desde 8 de dezembro, após tocar a marca de 12,8050 dólares, mais alto patamar desde 23 de junho de 2014.

O milho avançou 5,50 centavos, para 4,5650 dólares o bushel, maior nível desde 15 de julho de 2019, enquanto o trigo cedeu 12,75 centavos, a 6,1425 dólares/bushel.

Uma greve de trabalhadores do setor de oleaginosas e de inspetores portuários interrompeu atividades em portos da Argentina, afetando o carregamento de mais de 140 navios. No entanto, negociações apoiadas pelo governo estão agendadas para terça-feira, na busca por uma definição sobre um pacote salarial para 2021.

“Parece que a greve nos portos da Argentina está se encaminhando para o fim”, disse Jeff French, analista da Top Third Ag Marketing.

(Com reportagem adicional de Michael Hogan e Naveen Thukral)

Informamos aos nossos visitantes que nosso site utiliza cookies. Ao usar nosso site, você concorda com nossos Termos de Uso. A maioria dos navegadores aceita cookies automaticamente. Para ver quais cookies utilizamos, acesse nossa Política de Privacidade.