Agronegócio

Soja recua em Chicago com melhoria climática no Brasil; trigo tem rali

Reuters
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2 de dezembro de 2020 - 20:07 - Atualizado em 2 de dezembro de 2020 - 20:10

Por Julie Ingwersen

CHICAGO, Dec 2 (Reuters) – Os contratos futuros da soja negociados em Chicago recuaram para uma mínima de duas semanas e meia nesta quarta-feira, com previsões de chuvas muito aguardadas em áreas de cultivo do Brasil desencadeando uma rodada de liquidação de posições compradas e realização de lucros, disseram operadores.

O trigo avançou, contando com compras para se recuperar um dia depois de o contrato março atingir uma mínima de dois meses, e os futuros do milho também terminaram o dia com ganhos, engatando um movimento de alta após apresentar fraqueza no início da sessão.

O contrato janeiro da soja fechou em queda de 9 centavos de dólar, a 11,53 dólares por bushel, depois de recuar até a marca de 11,4250 dólares, menor nível desde 13 de novembro.

O trigo para março avançou 11,25 centavos, para 5,8850 dólares o bushel, e o vencimento março do milho teve ganho de 3 centavos, a 4,2375 dólares/bushel.

A queda da soja refletiu o foco do mercado nas expectativas de melhoria climática em regiões do Brasil, maior produtor global da oleaginosa.

“O aumento das chuvas em boa parte do Brasil ao longo da semana vai começar a reduzir o estresse das safras de milho e soja. Chuvas subsequentes serão necessárias para acabar de vez com a seca”, disse Kyle Tapley, meteorologista da empresa de tecnologia espacial Maxar, em nota a clientes.

(Reportagem adicional de Sybille de La Hamaide, em Paris, e Naveen Thukral, em Cingapura)

((Tradução Redação São Paulo, 55 11 56447745))

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