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Adolescente é apreendida após fingir ser médica em Florianópolis (SC)

 

Segundo a irmã da jovem, ela teria problemas psiquiátricos e já teria se passado por outras profissões

Aline
Aline Taveira / Produtora com informações do ND+
Adolescente é apreendida após fingir ser médica em Florianópolis (SC)
(Foto: Reprodução/ND+)

1 de junho de 2021 - 16:15 - Atualizado em 1 de junho de 2021 - 16:19

Uma adolescente de 17 anos foi apreendida após fingir ser médica, no Hospital Celso Ramos, em Florianópolis, nesta segunda-feira (31). Segundo a Polícia Militar, ela usava crachá falso, um jaleco com nome bordado e outros documentos que a identificariam como profissional da saúde. 

A jovem foi desmascarada quando um integrante da direção do hospital percebeu que a jovem não fazia parte do programa de residentes do curso de Medicina da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Ao ser confrontada, ela caiu em contradição. A PM foi chamada e a encaminhou para a Central de Polícia.

Em entrevista ao ND+, o comandante do 4º Batalhão da PMSC, tenente-coronel Dhiogo Cidral de Lima, afirmou que a irmã da falsa médica contou aos policiais que a jovem teria problemas psiquiátricos e que, no último ano, teria se passado por modelo. No entanto, ele não soube informar o tempo em que estava no hospital.

 “Se ela fez algum atendimento foi apenas de boca, sem dar nenhuma prescrição médica, visto que não foi encontrado receituário médico com a adolescente. Nada mais grave, em tese, aconteceu, a não ser as orientações erradas que ela pode ter dado a algum paciente”, informou o tenente-coronel.

A SES (Secretaria de Estado da Saúde), responsável pela administração do Celso Ramos, disse por meio de nota que a administração acionou a PM e “tomou todas as demais providências ao flagrar uma jovem que tentava se passar por médica residente da instituição”. O caso está sob investigação das autoridades e todos os objetos e documentos usados pela autora foram apreendidos.

A jovem foi conduzida até a 6ª Dpcami e autuada por ato infracional análogo ao crime de falsa identidade e usurpação de função pública. Depois, ela foi liberada e entregue a um responsável legal. O procedimento será enviado ao Judiciário e ao Ministério Público.

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