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80% das unidades administrativas da PF atingiram desempenho médio ou alto em 2019

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

26 de fevereiro de 2020 - 00:00 - Atualizado em 26 de fevereiro de 2020 - 00:00

Relatório de alcance de metas da Polícia Federal (PF) indica que 80% das unidades administrativas da corporação atingiram desempenho médio ou alto em 2019. De acordo com o documento – obtido via Lei de Acesso à Informação a partir de solicitação do Sindicato dos Delegados de Polícia Federal em São Paulo ao Ministério da Justiça -, as polícias administrativas de Roraima, Goiás e do Tocantins apresentaram os melhores índices do ano passado, ao passo que os grupos do Piauí, Mato Grosso e Ceará notas mais baixas.

Segundo a PF, nenhuma unidade administrativa do País encerrou 2019 com notas de qualidade baixas ou baixíssimas. Treze Estados receberam notas médias e 14 notas altas. Tal indicador mostra se as Superintendências Regionais estão alcançando metas e atendendo toda a demanda de polícia administrativa.

Entre os indicadores que compõem a nota de qualidade dos Estados estão metas relacionadas a: vistoria de empresas de segurança privada, número processos autorizativos de empresas de segurança privada em andamento há mais de 60 dias no Estado, vistoria de agências e postos de atendimento bancária, fiscalização de empresas de produtos químicos, tempo de agendamento de passaporte e índice de satisfação com passaporte.

Já com relação às notas de eficiência, o relatório da PF indica que cinco Estados receberam notas baixas – Mato Grosso, Piauí, Alagoas, Sergipe e Rio Grande do Norte – e duas Superintendências tiveram resultados baixíssimos, a do Ceará e a da Paraíba.

O documento registra que a nota de eficiência baixa “demonstra que a UF produziu pouco em atividades de polícia administrativa em relação a quantidade de recursos humanos”.

Para calcular a nota de produtividade são levados em consideração onze indicadores, alguns similares aos usados para aferir a nota de qualidade. Entre eles estão: empresas de segurança privada clandestinas encerradas, passaportes e carteiras de estrangeiro emitidos, atendimentos em postos de migração, empresas de segurança privada vistoriadas, agências e postos de atendimento bancário fiscalizados, entre outros.

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