Sistema de Transmissão Gralha Azul

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Projeto

Gralha azul

O Sistema de Transmissão Gralha Azul conta com 10 subestações (cinco novas e cinco a serem ampliadas) e 15 linhas de transmissão, que atravessam 27 municípios paranaenses e totalizam 1.001,05 km de extensão. A arrecadação de impostos estaduais e municipais deve chegar a aproximadamente 50 milhões de reais. As expectativas são de novos investimentos e instalação de novas industrias que irão contar com a nova estrutura de energia elétrica, gerando mais tributos municipais e oportunidade de trabalho.

Onde está localizado, o
Sistema de Transmissão Gralha Azul?

O Sistema de Transmissão Gralha Azul está localizado, integralmente, no estado do Paraná, com subestações a serem construídas ou ampliadas em Ponta Grossa, Guarapuava, Castro, Irati, União da Vitória, Ivaiporã, Foz do Areia, São Mateus do Sul e Bateias. O traçado é resultado de uma série de estudos que tiveram como objetivo reduzir ao máximo os impactos socioambientais, bem como atender aos parâmetros técnicos exigidos no edital do Leilão de Transmissão ANEEL 002/2017.

O traçado respeita um corredor previamente estabelecido pela ANEEL, que, além de contemplar variáveis sociais, incorpora critérios que consideraram as restrições fundiárias, ambientais e de engenharia, bem como a capacidade de escoamento, confiabilidade e qualidade da energia transmitida. A partir de diversos estudos, são adotados métodos e técnicas que visam reduzir, controlar e compensar os impactos sobre recursos naturais, sempre em conformidade legal e com medidas de compensação e minimização dos efeitos do projeto.

Por quais municípios vai passar?

As 15 linhas de transmissão totalizam aproximadamente 1.000 km de extensão e atravessam 27 municípios paranaenses. São eles: Ariranha do Ivaí, Balsa Nova, Campo Largo, Cândido Abreu, Carambeí, Castro, Cruz Machado, Guarapuava, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Manoel Ribas, Palmeira, Paula Freitas, Paulo Frontin, Pinhão, Pitanga, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Prudentópolis, Reserva, São José do Triunfo, São Mateus do Sul, Teixeira Soares, Turvo e União da Vitória.

Projeto Gralha Azul doa
 785 mil mudas de araucárias

A ENGIE Brasil Energia, gestora do Sistema de Transmissão Gralha Azul, ao longo desses 20 anos, já doou 5,2 milhões de mudas plantadas no Brasil. Somente no último ano, 400 mil mudas de espécies nativas foram plantadas ou doadas. No Paraná, no mesmo período, foram cerca de 50 mil.  No solo paranaense desde 2006, 785.000 mudas foram doadas ou plantadas pela ENGIE.

Uma parceria firmada entre a ENGIE Brasil Energia e a Embrapa Florestas prevê ainda a instalação de 13 Unidades de Referência Tecnológica de técnicas de plantio de araucária em propriedades de agricultores no estado, como estratégia de transferência de tecnologia e estabelecimento de coleção de material genético.

Incentivo ao plantio

As Unidades de Referência Tecnológica vão servir como modelo para adoção da tecnologia para outros produtores rurais. A intenção é realizar dias de campo e outras ações para que conheçam como fazer e sintam-se incentivados a plantar araucária, conservá-la e, como consequência, ainda gerar renda.

Banco genético

Outro braço da parceria prevê a instalação de um banco de conservação de Araucaria angustifolia, que consiste em uma grande área destinada ao plantio de araucárias, a ser realizado de forma criteriosa. A criação do banco busca garantir que a variabilidade genética da população natural esteja totalmente representada no plantio. Assim, ameaças à erosão genética dentro da espécie podem ser evitadas ou revertidas, caso necessário.

O objetivo é trazer energia elétrica da Usina de Itaipu direto para a região de Ponta Grossa e interligar Curitiba.

Márcio Neves, dirigente do ST Gralha Azul

SISTEMA DE TRANSMISSÃO

O Sistema de Transmissão Gralha Azul é uma concessão federal, vigente por 30 anos, que foi concedida através de um leilão de transmissão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em 2017. O objetivo principal melhorar o abastecimento de energia da região Centro-Sul do Paraná através do reforço do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Com a implantação destes empreendimentos, a energia proveniente de Itaipu, que hoje é basicamente direcionada para o estado de São Paulo, poderá abastecer mais regiões do Paraná.

Além de contribuir com o desenvolvimento econômico e proporcionar mais qualidade de vida para a população que conta com investimento aproximado de R$ 2 bilhões, gera múltiplos benefícios para as comunidades locais, como geração de emprego nas áreas de construção civil, ambiental, terceiro setor, saúde e segurança do trabalho. Até o término das obras, previsto para o segundo semestre de 2021, as atividades de implantação do ST Gralha Azul devem empregar cerca de cinco mil pessoas, com priorização de contratação de trabalhadores locais.

Esse sistema dá segurança ao sistema de transmissão, ao sistema de geração, que conecta ao sistema de distribuição e que chega para os consumidores.

Moacir Carlos Bertol, diretor geral da Companhia Paranaense de Energia (Copel)

SOBRE A ENGIE

A ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica do Brasil, com capacidade instalada própria de 10.211MW em 61 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. A empresa possui quase 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes renováveis e com baixas emissões de GEE, como usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Com a aquisição da TAG, a ENGIE é agora também detentora da mais extensa malha de transporte de gás natural do país, com 4.500 km. O Grupo é uma referência global em energia e serviços de baixo carbono.

Além disso, o Grupo atua no Brasil na comercialização de energia no mercado livre e está entre as maiores empresas em geração fotovoltaica distribuída.

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