Justiça

Justiça nega liberdade de suspeita de envolvimento na morte de lutadora de MMA

Ketelin era amiga de Michele e se passava por psicóloga dela; ela teria ficado com o celular da vítima após o assassinato

Isadora
Isadora Deip / Estagiária com informações da RICtv e supervisão de Giselle Ulbrich
Justiça nega liberdade de suspeita de envolvimento na morte de lutadora de MMA
(Foto: Reprodução/RICtv)

22 de abril de 2022 - 21:32 - Atualizado em 22 de abril de 2022 - 21:32

Ketelin Malmann Marcelino, suspeita de participação na morte da lutadora de MMA Michele Chinol, teve seu pedido de liberdade negado pela Justiça.

A advogada de Ketelin havia entrado com uma liminar pedindo habeas corpus, mas a Justiça alega que têm provas substanciais de que, após o assassinato de Michele, Ketelin estaria com o celular da vítima. Por meio do rastreamento de torres de telefonia, foi comprovado que o aparelho estaria com a suspeita.

O crime

Michelle foi encontrada morta dentro de um porta-malas em fevereiro deste ano, no bairro Ganchinho de Curitiba. A vítima tinha 39 anos na época do crime e era conhecida no meio das artes marciais como “Gasparzynha”.

De acordo com a Polícia Civil, Ketelin Malmann Marcelino era amiga da vítima e se passava por psicóloga dela, mesmo sem ter formação para atuar na área. Nas redes sociais a profissional se apresenta como “coach de vida”. Após a morte da lutadora, a suspeita chegou a criar um grupo em um aplicativo de mensagem com uma amiga da vítima.

Ketelin e o marido, Nelson Pereira Filho, são os principais acusados do crime. Nelson, que ficou preso por 15 dias, é apontado pela Polícia Civil como o homem que aparece nas imagens no dia que o carro da Michele é abandonado.

Quer mandar uma sugestão de pauta pro RIC Mais? Descreva tudo e mande suas fotos e vídeos pelo WhatsApp, clicando aqui.