Guilherme Rivaroli

SOBRE PANDEMIA

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SOBRE PANDEMIA

24 de maio de 2021 - 11:59 - Atualizado em 24 de maio de 2021 - 11:59

MINUTO DO RIVA: ANIVERSÁRIO SEM A TURMA…DE NOVO!

Temos discutido como vai ser o mundo assim que a pandemia passar. Fiz isso numa série de reportagens, junto com a equipe do @parananoar – O MUNDO PÓS-VACINA / os links estão aqui:

Precisamos respeitar as regras sanitárias, mantermos o distanciamento, nos reunirmos com o mínimo possível de pessoas.

Não teremos lockdown nacional, a política não vai permitir. Os especialistas falam em até 35 dias de fechamento total, coisa que nunca fizemos ou faremos no Brasil, e, depois das jabuticabas que vimos, impossível se fazer.

A Revista Superinteressante trouxe essa perspectiva na edição desse mês – Se não há intenção na medida, qual caminho seguir? Os especialistas ouvidos pela publicação falaram em barreiras sanitárias – entre cidades e estados – com contenção localizada, foco na higiene total e uma grande curiosidade: no transporte coletivo, silêncio total. Não conversar nos ônibus, trens e metrôs é eficiente. A transmissão é por contato direto, saliva, entrando em narizes, bocas e olhos. Japão e França dominaram a contaminação nesse tipo de serviço público assim.

Nas escolas, para não haver mais prejuízo à educação e ao futuro, sensores de carbono, que demonstram com o ar está mais pesado, parado, contaminado; depois disso, crianças são levadas para fora, até que haja o total arejamento do local e renovação de ar.

Já descobrimos que ao ar livre a transmissão é menor, quase nula, por isso, não há mais sentido de fechar parques e praias. Foco é em evitar aglomeração.

Não estamos no fim da pandemia. Necessitamos de educação, vacina e cuidados. A nova cepa indiana tem uma mutação no DNA spike, que faz o vírus grudar nas nossas células, podendo driblar o sistema de defesa, mesmo em vacinados, sendo mais contagiosa e letal. A doença já está no Brasil (são 6 casos confirmados no Maranhão, vindos de fora, de um navio. Quem teve contato, está sendo monitorado e isolado, que pode ser eficiente na dispersão da nova cepa). Temos que evitar uma terceira onda ou veremos o pior – o SUS poderá colapsar de vez. Seria o além caos.

Confesso que sinto muita falta de abraçar amigos, dividir festas de aniversário e churrascos. Me dá uma frustração, melancolia, até. Porém, mesmo de pijama e avental, agradeço por ninguém da minha família ou amigos próximos terem morrido ou sido agravados por essa peste.

Foi um 22 de maio para agradecer, muito mais que comemorar.

Que em 2021 estejamos vacinados e tenhamos domado a fera. Já vemos isso em países que levaram o vírus a sério, focando em ciência, fiscalização, educação e cidadania – tudo que faltou por aqui.

Era isso.

Sorte paz!

Vamos juntos!

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