Guilherme Rivaroli

CATEGORIA DIVIDIDA

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1 de fevereiro de 2021 - 13:25 - Atualizado em 1 de fevereiro de 2021 - 13:25

MINUTO DO RIVA: PARALISAÇÃO DE CAMINHONEIROS TEM POUCA ADESÃO

Em 2018, os caminhoneiros autônomos pararam o Brasil. Pediam carta de frete mínimo, queda no preço do diesel e a possibilidade do levantamento do eixo extra ao pagar pedágio, além de outras solicitações. No papel, conseguiram tudo! Na prática, só terceiro item da pauta foi consquistado.

Na época, governo Temer interveio e, depois de 10 dias de desabastecimento, a greve acabou. Naquele momento, os grevistas apoiavam um candidato, que depois acabou eleito.

Agora, 2 anos depois, o governo alega incapacidade de fiscalizar o frete mínimo e que pode pedir a queda e PIS/COFINS nos combustíveis. De certo, um endurecimento na relação. O Ministro de Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas jogou a responsabilidade no mercado e disse que não receberá grevistas. As empresas de pedágio solicitaram e levaram interditos proibitórios, não autorizando fechamento de vias ou ocupação de acostamentos.

A categoria está dividida entre vários pequenos grupos e associações, o que não ajuda em nada as solicitações.

A conta é difícil: exigem direitos, o Brasil não pode parar (mesmo sendo levado nas costas por eles) e as pessoas não podem ser prejudicadas. Em meio a tudo isso, o brasileiro não pode ser desabastecido. Existe o ponto de encontro dos interesses. É lá que temos que chegar.

A pauta é justa. Alertei em 2018 – o mercado não vai pagar o frete mínimo pela tabela e não se deixem usar por políticos. Sabe o que eu imaginava? Exatamente o que acontece agora com os caminhoneiros autônomos, tão importantes na logística do país.

Há tempo de se consertar e não ficarmos reféns de uma categoria ou ações governamentais!

Era isso.

Sorte e paz!

Vamos juntos!

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