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Troca na zaga faz média de idade das opções defensivas do São Paulo cair

Gazeta
Gazeta Esportiva

19 de agosto de 2020 - 07:30 - Atualizado em 19 de agosto de 2020 - 07:45

Na última semana, São Paulo e Anderson Martins chegaram a um acordo e o contrato do zagueiro, que era válido até o final de dezembro, foi rescindido. Com a perda do defensor, o Tricolor optou por reintegrar Rodrigo, que na última temporada europeia atuou emprestado ao Portimonense, de Portugal.

A troca de jogadores no São Paulo fez com que a média de idade das opções para compor a zaga diminuísse. Como Anderson Martins está com 32 anos e Rodrigo com 22, a média dos cinco defensores do elenco caiu de 26 anos para apenas 24.

Dessa forma, o zagueiro mais velho que o Tricolor tem à disposição passa a ser Bruno Alves, com 29 anos. Seu companheiro titular Arboleda está com 28, enquanto Diego, também revelado pelas categorias de base do clube, está com 21 anos. Já Walce, que se recupera de lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, tem também 21 anos.

Além do rejuvenescimento do sistema defensivo, a troca de defensores trará um alívio para os cofres do São Paulo. Isso porque o salário de Anderson Martins era considerado alto para um reserva, enquanto Rodrigo, por ser jovem, receberá um valor significativamente menor.

Enquanto essas movimentações acontecem fora dos gramados, Fernando Diniz busca encontrar soluções para corrigir os problemas defensivos do São Paulo. Desde o reinício do futebol após a paralisação, a retaguarda da equipe mostrou diversas fragilidades e o time sofreu nove gols em cinco jogos disputados.