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Ricardo Oliveira fala sobre rusgas com Prass, gol perdido por Nilson e “climão” com Sampaoli

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Gazeta Esportiva

16 de novembro de 2021 - 07:00 - Atualizado em 16 de novembro de 2021 - 08:30

O centroavante Ricardo Oliveira participou da edição da última segunda-feira do podcast oficial do Santos. Aos 41 anos, o veterano lembrou as rusgas com o palmeirense Fernando Prass, falou do gol perdido por Nilson na final da Copa do Brasil 2015 e confirmou “climão” com o técnico argentino Jorge Sampaoli.

A rivalidade entre Santos e Palmeiras cresceu significativamente em 2015, ano em que os dois clubes decidiram o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil. De acordo com o centroavante, apesar das rusgas do período, não sobrou qualquer tipo de mal-estar com Prass.

“Esse tipo de coisa tem que ter, porque a rivalidade faz parte do espetáculo. Eu ganhei do Palmeiras, perdi do Palmeiras, fiz gol no Prass, perdi gol. O futebol envolve e mexe com a paixão. Nessa época, só dava Santos e Palmeiras. Sem problema nenhum, zero”, disse Oliveira, questionado também sobre o gol perdido por Nilson na Copa do Brasil.

“No dia seguinte, o Nilson chorou compulsivamente no clube. Quase entrou em um processo de depressão. É meu amigo. Eu desejaria, de fato, ter perdido aquele gol, com 20 anos de carreira e já consagrado. Mas não ele. O que ele vive hoje é muito em consequência do que aconteceu em 2015”, afirmou, sobre o atual atleta do CSA.

Durante a participação no podcast, Ricardo Oliveira também falou de Jorge Sampaoli, que pediu sua contratação quando estava no Santos e decidiu dispensá-lo ao chegar ao Atlético-MG. De acordo com o técnico argentino, a medida foi consequência da ideia do time mineiro de reduzir o elenco.

“O Sampaoli me queria no Santos e falou: ‘Briga aí para você vir pra cá’. Eu falei: ‘Não posso, sou profissional. Não posso sair desse jeito’. Não fui para o Santos porque não quis brigar. Ele foi para o Atlético-MG e o que aconteceu? Nem me permitiu treinar com o elenco”, contou.