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Sampaoli se diz aliviado por voltar a vencer e defende modelo de jogo do Santos

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

29 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 29 de setembro de 2019 - 00:00

Depois de quatro rodadas, sendo dois empates (contra Athletico-PR e Fluminense) e duas derrotas (para Flamengo e Grêmio), o Santos voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, o time alvinegro bateu o CSA por 2 a 0, no estádio da Vila Belmiro, em Santos, em um resultado que deixou o técnico argentino Jorge Sampaoli mais aliviado e disposto a manter o modelo de jogo proposto desde a sua contratação para a temporada.

“É importante ganhar para se sentir seguro novamente. Vínhamos de uma derrota dura contra o Grêmio aqui (Vila Belmiro), mas o time fez um primeiro tempo muito melhor que o de hoje (domingo). Nos manteremos defendendo uma ideia de jogo. Se não conseguirmos isso, acabam as possibilidades”, afirmou Sampaoli, em entrevista coletiva.

“Somos uma equipe que quando ataca bem, somos perigosos, e quando ataca mal, não. Tudo que se inicial mal, termina mal, por isso, tentamos ter um bom início para ter um bom final. Contra o Grêmio, atacamos mal e não conseguimos ter um bom final. Quando se ataca mal, é preciso ir bem defensivamente”, explicou o treinador.

A partida contra o CSA foi a terceira em uma semana, o que gerou um desgaste físico acima do normal para alguns jogadores. Sampaoli lamentou que não muito o que falar sobre o assunto. “Partidas seguidas desgastam. Jorge vinha de muito desgaste. Jogamos com 3-2-5 contra o Fluminense para que os extremos pudessem subir. Enfrentamos times bem treinados e fortes, não há muito o que fazer. Mas precisamos ter intensidade o jogo inteiro, física e emocionalmente. Se não tivermos isso, não vamos para frente”, disse.

Outra coisa que vem incomodando o técnico argentino é a pressão por conta dos maus resultados. “Ganhar e ter confiança são coisas que vêm da vitória. Mas quando perdemos é o contrário. Vitória gera satisfação para nós. A pressão que se gera em uma derrota chega a ser ridícula. São críticas que chegam ao ponto de se invadir um CT. É assim que funciona e o que temos que viver nesta profissão. Mas o grupo está tranquilo e é isso que temos que implementar por aqui. Temos que estar preparados”, completou.

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