Redação RIC Mais
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30 de maio de 2020 - 00:00

Atualizado em 30 de maio de 2020 - 00:00

Bastidores

Onde está o 9? Contratado como solução, Uribe completa um ano de Santos

Fernando Uribe foi anunciado pelo Santos há um ano, no dia 30 de maio de 2019. O Peixe se inspirou em “Onde está Wally?” e disse ter encontrado seu camisa 9.

O colombiano ex-Flamengo, porém, é uma decepção até o momento. Ele tem um dos maiores salários do elenco, disputou apenas 14 partidas e não fez um gol sequer. 

Indicado por Jorge Sampaoli, Uribe foi a campo poucos dias depois da apresentação, mas não se destacou em jogos e não chamou a atenção nos treinamentos. Neste ano, Jesualdo Ferreira deu três oportunidades. O total é de 635 minutos em 12 meses.

O Santos tenta negociar o centroavante, mas o alto custo e o baixo rendimento atrapalham. O Peixe pagou R$ 5 milhões para tirá-lo do Rubro-Negro. O Athletico-PR tentou, sem sucesso, seu empréstimo.

Em entrevista recente, Fernando Uribe falou sobre o desejo de voltar ao futebol mexicano, onde se destacou pelo Toluca.

Toluca foi onde melhor me senti e onde mais tempo estive. Foram três anos ali, me senti muito bem, muito feliz. Saí por uma situação que eu não queria no momento. Meu contrato acaba e meu empresário tentava a renovação, mas as reuniões não foram produtivas e não conseguiram a renovação. Eu sigo acompanhando o time, me tornei um torcedor a mais pelo tempo que joguei e estou sempre querendo saber como está, quais são os resultados e a posição na tabela”, disse Uribe, ao “Bolavip”. 

“Eu gostaria de voltar. Meu sonho é voltar a jogar no México, uma liga onde sempre me senti bem, um país que tratou bem a mim e minha família. Minhas filhas têm amizades pelos colégios onde esudaram. Eu gostaria, seria lindo voltar. Tenho um par de anos no Santos (de contrato), mas a possibilidade de sair sempre existe. É uma possibilidade latente a cada seis meses (a cada janela de transferências). Não se pode descartar nada”, completou.

Uribe tem 32 anos e contrato com o Santos até junho de 2022. Ele esteve atrás de Eduardo Sasha, Yuri Alberto e Kaio Jorge na concorrência por uma vaga sob o comando de Jesualdo antes da paralisação forçada pelo novo coronavírus.