Esportes

Neymar lembra superado Ronaldo em comemoração e fica atrás apenas de Pelé na artilharia

Gazeta
Gazeta Esportiva

13 de outubro de 2020 - 23:46 - Atualizado em 14 de outubro de 2020 - 00:00

Neymar brilhou intensamente na goleada por 4 a 2 da Seleção sobre o Peru, aplicada na noite desta terça-feira, pela segunda rodada das Eliminatórias da CBF. Com três gols no Estádio Nacional de Lima, ele lembrou Ronaldo ao comemorar e ficou atrás apenas de Pelé na lista de artilheiros do Brasil, pelas contas da Fifa.

Ainda no primeiro tempo, Neymar sofreu pênalti e, na cobrança, marcou seu primeiro gol da noite. Na etapa complementar, o atacante do Paris Saint-Germain voltou a sofrer e converter pênalti e ainda anotou mais um ao aproveitar rebote de chute de Everton Ribeiro.

Pelas contas da Fifa, que considera apenas compromissos entre seleções, Neymar passa a somar 64 gols em 103 partidas. Ronaldo, por sua vez, marcou 62 vezes em 98 jogos. Para completar, Pelé, líder da lista de artilheiros, anotou 77 tentos em um total de 92 confrontos.

Ver essa foto no Instagram

Todo meu respeito por ti FENÔMENO @ronaldo 👆🏽👉🏽👇🏽☝🏽

Uma publicação compartilhada por ene10ta Érre 🇧🇷 👻 neymarjr (@neymarjr) em

Na noite desta terça-feira, em alusão a Ronaldo, Neymar exibiu o número nove e mostrou seus dentes durante comemoração. O astro do Paris Saint-Germain também festejou com o dedo indicador, como costumava fazer o ex-centroavante. “Todo meu respeito por ti, Fenômeno”, publicou, em seu perfil no Instagram.

Diferentemente da Fifa, a CBF considera em seu retrospecto de artilheiros jogos disputados pela Seleção Brasileira também contra clubes e combinados. Superado por Pelé (95), Ronaldo (67) e Zico (66), Neymar ainda ocupa a quarta colocação na lista administrada pela entidade.

Com Neymar como protagonista, a Seleção contabiliza seis pontos em duas rodadas e lidera as Eliminatórias Sul-Americanas, já que leva vantagem sobre a Argentina no saldo de gols. Pela terceira rodada, no dia 14 de novembro, o Brasil volta a campo para enfrentar a Venezuela, no Morumbi.