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Motorista do ônibus nega apedrejamento, mas Santos mantém posição

Gazeta
Gazeta Esportiva

7 de janeiro de 2021 - 18:21 - Atualizado em 8 de janeiro de 2021 - 00:00

Após o Santos informar que o ônibus de sua delegação foi apedrejado na chegada ao hotel depois do empate por 0 a 0 com o Boca Juniors, pelo jogo de ida da semifinal da Libertadores, em Buenos Aires, o motorista do veículo deu outra versão sobre o ocorrido.

Em entrevista ao jornal argentino Olé, Darío Rubén Ebertz alegou que o que atingiu o ônibus não foram pedras e sim um galho.

“Que não mintam. Não sei por que geram desconfiança sem sentido e empolgam as pessoas no Brasil. Era um galho. Chegava um caminhão com contêiner na frente e não corria mesmo com as motos da polícia acenando para ele. Passou por onde fica um cassino flutuante e chegou muito perto do cordão, bateu em um galho e veio até nós. Observe o que está estilhaçado, naquela área não dá para bater em uma pedra e sair”, disse o motorista, que tem no currículo 10 anos de serviços prestados ao próprio Boca Juniors, segundo o Olé.

Gringo, como é conhecido, era o motorista do ônibus do Boca apedrejado por torcedores do River Plate em 2018. Já sobre o veículo do Peixe, o motorista alega que pediu aos jogadores santistas para que não dissessem coisas que não são verdadeiras.

“Eu disse aos brasileiros quando eles desceram ‘não digam coisas que não são que a pedra não é’. O que acontece é que imediatamente começaram a tirar fotos e a dizerem coisas que não são. Era um galho”, finalizou.

Em contato com a Gazeta Esportiva, a assessoria do Santos manteve o seu posicionamento, ou seja, de que o ônibus foi apedrejado.

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