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Melhor brasileiro da 95ª São Silvestre projeta fim da hegemonia queniana

Redação RIC Mais
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Melhor brasileiro da 95ª São Silvestre projeta fim da hegemonia queniana

31 de dezembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 31 de dezembro de 2019 - 00:00

Daniel Ferreira Nascimento terminou a 95ª Corrida Internacional de São Silvestre, nesta terça-feira, na 11ª colocação, com o tempo de 46min32s. O atleta de Bauru não conseguiu subir ao pódio e explicou à Gazeta Esportiva sua estratégia.

“Larguei muito forte, junto com os quenianos até o sétimo quilômetro, e depois eu vim segurando um pouco, para que eu tivesse um gás para a chegada. Eu vim da pista, sou bastante veloz, e eu vim acompanhando o grupo e sem deixar de acreditar. A parte do percurso que pesou um pouco foi mais a Brigadeiro”, comentou.

Daniel Ferreira Nascimento terminou a São Silvestre pela 1ª vez (Foto: Gazeta Esportiva)

“Acho que ano que vem já vai dar para saber onde eu tenho que melhorar. Esse ano foi difícil, acabou até caindo o recordo, e vamos juntos, acreditando que o Brasil pode quebrar essa hegemonia”.

A prova mais uma vez foi vencida por um queniano, dessa vez o campeão foi Kibiwott Kandie, de 23 anos, com direito a quebra do recorde de Paul Tergat, que perdurava desde 1995.

“Ano passado foi minha primeira São Silvestre, eu acabei sentindo o tendão e não consegui completar a prova. Mas esse ano, graças a Deus, eu consegui completar a prova, até me senti assustado com o percurso, que é com muita descida, se não tomar cuidado no começo você acaba sofrendo muito nessa Brigadeiro, e eu espero fazer uma boa preparação para o ano que vem, porque sou um jovem de 21 anos e acredito que no futuro eu posso quebrar a hegemonia dos quenianos”, avisou.

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