Esportes

Lesões e desgaste fazem Diniz lidar com carência na lateral direita

Gazeta
Gazeta Esportiva

30 de outubro de 2020 - 07:00 - Atualizado em 30 de outubro de 2020 - 07:15

O técnico Fernando Diniz não terá muitas opções para a lateral direita da sua equipe no importante jogo do próximo domingo, contra o Flamengo, no Maracanã, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Com opções lesionadas e outras bastante desgastadas pela sequência insana de jogos nos últimos dias, o comandante tricolor se vê com poucas saídas.

Juanfran e Igor Vinícius, as duas opções para a lateral direita, estão lesionados. O primeiro sofreu um estiramento no ligamento colateral medial do joelho na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-GO, no último dia 7. Já o segundo se recupera de uma contratura muscular e não joga desde a partida de ida das oitavas de final da Copa do Brasil, contra o Fortaleza, jogo no qual acabou substituído justamente por causa dessa lesão. Embora esteja em fase final de recuperação, é pouco provável que viaje ao Rio de Janeiro.

Desta forma, Tchê Tchê vem sendo o escolhido de Fernando Diniz para preencher o setor, mesmo tendo Daniel Alves à disposição. O camisa 8 do São Paulo já atuou como lateral-direito em algumas oportunidades com o próprio Diniz na época em que trabalharam juntos no Audax e, posteriormente, também atuou na posição quando defendeu o Palmeiras, entre 2016 e 2018.

Daniel Alves, que seria a opção mais lógica por ter atuado como lateral-direito durante toda a sua carreira, segue na função de segundo volante, mas, assim como Tchê Tchê, vem dando sinais de desgaste devido à dura sequência de jogos do São Paulo nas últimas semanas. Em 15 dias, o time comandado por Diniz disputou cinco jogos por quatro competições diferentes (Brasileirão, Libertadores, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana).

Com uma decisão na próxima quarta-feira que vale a classificação às oitavas de final da Copa Sul-Americana, seria até aceitável Fernando Diniz poupar jogadores contra o todo poderoso Flamengo, já que as Copas são um caminho bem mais curto para um título que o Brasileirão, entretanto, nem se o treinador quisesse isso seria possível.

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