Esportes

Ginastas curitibanas brilham no Pan do Rio de Janeiro

Ana Luiza Lima conquistou ouro no solo, enquanto Júlia realizou movimento inédito e ficou com o bronze na trave

Laura
Laura Luzzi / Estagiária com informações da Prefeitura de Curitiba e ABN
Ginastas curitibanas brilham no Pan do Rio de Janeiro
(Foto: Divulgação/CBG)

7 de junho de 2021 - 16:12 - Atualizado em 7 de junho de 2021 - 16:13

Neste final de semana (5 e 6), as ginastas Ana Luiza Lima, de 16 anos, e Júlia Soares, de 15, fizeram bonito nas finais do Campeonato Pan-Americano de Ginástica Artística, disputado na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro. Além de garantirem medalhas no individual por aparelhos, as duas atletas nascidas em Curitiba conquistaram a medalha de ouro com a equipe brasileira, que contou ainda com Christal Bezerra, Lorrane Oliveira e Rebeca Andrade.

Ana Luiza encantou com uma exibição no solo, ao som de um tango de Astor Piazzolla. A jovem atleta conquistou a medalha de ouro, com a nota 12.967. A brasileira Christal Bezerra também subiu no pódio, ao faturar o bronze, com 12.767. Entre as duas brasileiras ficou a argentina Martina Dominici, pontuando 12.800.

Júlia Soares, por sua vez, é um talento em ascensão. Ela conseguiu a medalha de bronze na trave, logo em sua primeira competição da categoria adulta. Com a nota 12.333, ficou atrás apenas da costa-riquenha Luciana Alvarado, que se classificou para a Olimpíada, e da mexicana Paulina Martinez.

Na sua exibição, Júlia ainda realizou um movimento inédito, que deve ser homologado com seu nome no código da Federação Internacional de Ginástica (FIG). Se trata de uma nova entrada na trave, em que a jovem fez uma versão do candle mount, ou seja, uma entrada em vela. O novo elemento deve se chamar “Soares”.

Ana e Júlia são beneficiárias do Programa Municipal de Incentivo ao Esporte da Prefeitura de Curitiba e treinam em Curitiba no Centro de Excelência de Ginástica do Paraná (Cegin), no Capão da Imbuia. As atletas foram acompanhadas pela treinadora Iryna Ilyashenko e pelo coreógrafo Rhony Ferreira. Os dois são do quadro da Seleção Brasileira de Ginástica Artística Feminina e integrantes do quadro técnico do Cegin em Curitiba.

A seleção brasileira terminou o torneio com nove ouros, duas pratas, cinco bronzes e o primeiro lugar geral, com 16 medalhas. Rebeca Andrade conquistou, além do primeiro lugar individual geral, uma das duas vagas para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Rebeca conquistou vaga nominal, e fará companhia a Flávia Saraiva, que se classificou para os Jogos de Tóquio no Mundial de Stuttgart, em 2019.

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