Futebol Feminino

Pia completa um ano à frente da Seleção Feminina: “Me senti abraçada”

Técnica está há um ano no comando da Seleção Feminina e destaca o período de trabalho junto à equipe

Gazeta
Gazeta Esportiva
Pia completa um ano à frente da Seleção Feminina: “Me senti abraçada”
Técnica sueca completa um ano no comando da Seleção Brasileira Feminina (FOTO: a2M/CBF)

30 de julho de 2020 - 15:05 - Atualizado em 30 de julho de 2020 - 21:22

Com uma vasta experiência à frente de seleções femininas, Pia Sundhage foi anunciada como treinadora da seleção brasileira feminina no dia 30 de julho de 2019. Nesta quinta-feira, a técnica completa um ano no comando do time verde e amarelo e, olhando sua trajetória desde o início, não consegue esconder a felicidade que sente.

“É futebol, é trabalho em equipe, é trabalho duro, é desafiador, e também muito divertido. Eu estou entre pessoas inteligentes, fiz novos amigos, e me senti abraçada e aceita no Brasil como uma mulher sueca que ama futebol. Por isso, eu sou muito grata”, afirmou ao site da CBF.

Pia também aproveitou para comentar sobre seu trabalho durante a paralisação por conta do coronavírus. A treinadora está apostando em análises do desempenho do time em partidas anteriores.

“Neste período que não temos jogos, estou estudando pelo computador nossos jogos repetidas vezes, analiso também os dados das partidas, reavaliando nossos números. Coloco um sorriso no meu rosto em todos os momentos quando marcamos um gol. Estamos tentando manter o time unido e estaremos prontas para os seis jogos até a final Olímpica”, disse a comandante.

Por fim, Pia projetou a disputa dos Jogos Olímpicos de 2021, que serão disputados em Tóquio. A treinadora garante que a equipe terá um bom nível no torneio.

“Daqui a um ano, estaremos competindo pela medalha de ouro nas Olimpíadas, no Japão. Nós vamos estar preparadas. Eu, minha comissão técnica e as jogadoras brasileiras. Nós iremos dar o nosso melhor, eu prometo. Eu já estive em uma final olímpica antes com a Seleção dos Estados Unidos e da Suécia, e eu adoraria voltar com a ajuda dos meus novos amigos”, finalizou.