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Ex-lateral Léo celebra os dez anos da conquista da Libertadores pelo Santos: “Sempre na memória”

Gazeta
Gazeta Esportiva

22 de junho de 2021 - 10:14 - Atualizado em 22 de junho de 2021 - 10:30

O Santos conquistou a Copa Libertadores pela terceira vez há dez anos, quando venceu o Peñarol por 2 a 1, no Pacaembu. O ex-lateral Léo, um dos maiores ídolos da história do clube e titular na ocasião, falou sobre aquela conquista.

“Aquela Libertadores teve uma importância enorme. O Santos voltava a conquistar a competição depois de quase 50 anos, e pela primeira vez após a Era Pelé. Já se passaram dez anos, mas lembro como se fosse hoje o mar branco que tomou conta do Pacaembu. Foi uma noite muito especial, com a festa da nossa torcida, a presença do Pelé. Um dia que lembro com muito carinho e que jamais sairá da minha memória”, declarou o Guerreiro da Vila.

Uma competição como a Libertadores sempre é recheada de desafios. Mas Léo destaca um jogo, em especial, como o mais difícil. Foi o confronto com o Cerro Porteño, disputado no dia 14 de abril em Assunção, no Paraguai.

“É claro que a decisão, no Pacaembu lotado, foi um momento maravilhoso. Mas outra partida importantíssima foi diante do Cerro Porteño, pela penúltima rodada da fase de grupos. Chegamos ao Paraguai com desfalques importantes (Neymar e Elano entre eles) e até um pouco desacreditados. O ambiente no estádio era hostil, também. Fora a pressão pelo risco de o time ser eliminado no dia do aniversário do clube. Aquela vitória por 2 a 1 foi decisiva e deu ainda mais confiança para chegarmos à decisão e ao título”, relembrou.

O ex-jogador também recordou de outra situação inusitada: o “sequestro” da taça da Libertadores, que passou a noite seguinte da final no apartamento do ex-lateral no Bairro do Gonzaga.

“Na madrugada daquela quinta-feira, poucas horas após a vitória sobre o Penãrol, no Pacaembu, eu fui o último a deixar o CT Rei Pelé. Foi quando vi a taça da Libertadores em cima de uma mesa, no vestiário. Como, depois de tanta luta para conquistar o título, o troféu iria passar aquela noite lá, sozinho? Não tive dúvidas: levei a taça para ‘dormir’ comigo em casa. É claro que no dia seguinte, assim que acordei, fui entregá-la de volta na Vila Belmiro”, concluiu o ídolo alvinegro.

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