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Diniz avalia derrota do Santos para o Palmeiras e detona arbitragem: “Dá falta se encostar a unha”

Gazeta
Gazeta Esportiva

10 de julho de 2021 - 19:44 - Atualizado em 10 de julho de 2021 - 20:00

O técnico Fernando Diniz evitou críticas ao Santos após a derrota por 3 a 2 para o Palmeiras neste sábado, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe levou 2 a 0 no início, desempatou, sofreu o terceiro gol e esboçou reação, mas não conseguiu o empate.

“Fizemos um bom jogo. Os dois times com propostas antagônicas, é normal. Palmeiras tem por característica um jogo de transição muito forte. Estávamos conseguindo jogar entrelinhas, mas sem finalizar com efetividade, só que com domínio. Eles nas transições e bolas paradas, que treinamos e alertamos, mas sofremos o gol. Voltamos ainda mais agressivos, nos expomos, levamos dois gols e sofremos um. Poderíamos ter vencido, empatado ou perdido”, disse Diniz, em entrevista coletiva.

O treinador aproveitou para detonar a arbitragem de Braulio da Silva Machado (SC).

“Não posso deixar de falar da arbitragem. Palmeiras fez três e a gente dois, claro, e esse é o resultado, mas não teve critério para dar cartões e isso atrapalha. Quanto mais parado o jogo, para ele melhor. Quem não quer jogar com ele é uma beleza. Dá falta se encostar a unha do dedo. Palmeiras fez gol rápido e retardou tiros de meta, laterais e faltas e ele não fez menção de acelerar. Jogo parou 3:30 no pênalti e ele deu 6:00 de acréscimo. Ou seja, deu 2:30 de acréscimo. A rigor, deu um minuto de acréscimo porque jogo parou de novo. Não é um dos melhores, longe disso, e é de Santa Catarina. Temos vários bons árbitros aqui (em São Paulo) para um clássico desse. Conhecem os times e jogadores por causa do Regional”, afirmou.

“Santos quase nunca pega um juiz top. Em Santos e São Paulo na Vila Belmiro, juiz colocou mais três como no futebol de salão com cronômetro quando John se machucou, hoje deu seis (de acréscimos) e era muito mais. Não estou justificando o resultado do jogo, mas juiz tem que gostar que o futebol aconteça. Não interferiu, mas quer o jogo parado. Em nenhum momento mandou acelerar o jogo. Tivemos sete cartões amarelos querendo acelerar o jogo e o Palmeiras teve três”, emendou.

Por fim, Diniz tentou explicar os motivos para o Santos ainda não ter vencido como visitante após quatro partidas.

“É uma pergunta fácil de fazer e difícil de responder. Ninguém tem essa resposta, eu também não. Muitos podem conjecturar. Jogar em casa é importante, mas não determinante. Hoje poderíamos ter empatado pelo menos, por exemplo. Contra o Fluminense estivemos mais perto de vencer, assim como contra o América-MG. Estamos produzindo e tendência é vencer fora, mas é difícil precisar. Estamos trabalhando, aumentando a chance de vencer fora como vencemos em casa”, concluiu.

O Santos voltará a campo para receber o Independiente (ARG) na quinta-feira, na Vila Belmiro, pela ida das oitavas da Sul-Americana.

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