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Corinthians fecha bimestre no azul e dívida total é reduzida em R$ 7 milhões

Gazeta
Gazeta Esportiva

27 de abril de 2021 - 18:34 - Atualizado em 27 de abril de 2021 - 19:00

O Corinthians divulgou na tarde dessa terça-feira o balanço financeiro do primeiro bimestre da gestão Duilio Monteiro Alves.

Depois de fechar 2019 e 2020 no vermelho, o Corinthians conseguiu encerrar o mês de fevereiro com superávit de R$ 1,076 milhão.

Por outro lado, a dívida total do clube foi reduzida em quase R$ 7 milhões. Em dezembro, ela era de R$ 956,9 milhões. Ao fim de fevereiro, fechou em R$ 950,3 milhões.

O departamento de futebol, aquele que recolhe a maior receita e também demanda a maior despesa, terminou o segundo mês do ano com R$ 14,7 milhões em caixa.

Em compensação, a operação do clube social e dos esportes amadores renderam um déficit de R$ 13,7 milhões após período de paralização das atividades devido a pandemia do coronavírus.

A publicação dos balanços é uma promessa de campanha do atual presidente e ela acontecerá sempre a cada dois meses para que dê tempo do documento ser apreciado pelos conselhos de orientação e fiscal antes da divulgação.

Com cortes de pelo menos 20% em todos os departamentos, incremento de novas receitas e o auxílio de empresas especializadas em gestão, o Corinthians espera conter a evolução da dívida total e também pretende voltar a fechar o ano no azul.

Na noite dessa terça-feira, o Conselho Deliberativo vai votar os balanços de 2019 e 2020, além do orçamento para 2021, por meio de um sistema online. Os membros do CD com direito a voto, portanto, participaram da reunião e assistirão a todas as apresentadas remotamente, e não na sede do clube.

O balanço financeiro corintiano de 2019 fechou com um déficit de R$ 195,4 milhões, enquanto o balanço de 2020 foi concluído com déficit de R$ 123,3 milhões. A dívida do clube saltou de R$ 665 milhões para R$ 982,8 milhões no período que teve Andrés Sanchez como presidente do clube.

O balanço de 2019 será votado com sugestão de reprovação pelos Conselhos de Orientação e Fiscal. Os mesmos grupos, com novas formações após as eleições, sugeriram aprovação do balanço referente a 2020.

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