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Corinthians esbarra em falta de opção e mercado inflacionado, mas evita efetivar Coelho

Gazeta
Gazeta Esportiva

27 de setembro de 2020 - 05:00 - Atualizado em 27 de setembro de 2020 - 05:15

O Corinthians demitiu Tiago Nunes no dia 11 de setembro. A diretoria, à época, admitiu que precisaria agir rápido no mercado, mas tem encontrado dificuldades para contratar um sucessor ao posto.

Um dos pontos comentados dentro do clube é a falta de opção. Não há um nome de agrado geral, tampouco um profissional que não desperte desconfiança. Até por isso, o Corinthians não descarta um treinador estrangeiro, mesmo que não seja a preferência de Andrés Sanchez.

Outro problema diz respeito a pedida salarial dos ‘professores’. O Corinthians conseguiu reduzir a folha da comissão técnica com a troca de Fábio Carille por Tiago Nunes, e não pretende voltar a elevar o gasto.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, o diretor adjunto de futebol do clube, Jorge Kalil, também falou sobre a situação de Dyego Coelho.

“Nós estamos procurando agir com cautela, muita cautela. No momento, o Coelho continua como treinador interino, ele tem a confiança dos atletas. E nós estamos cautelosos, continuamos com ele como treinador interino, não vamos sair aqui correndo, à caça. Tem treinador pedindo R$ 1,5 milhão por mês. Isso é o fim. O Corinthians não irá se sujeitar a isso, o Corinthians tem o teto, e seja quem for, não ultrapassará o teto, porque hoje qualquer um pede R$ 1,2 milhão, R$ 1,3 milhão”.

Na próxima quarta-feira, Coelho, mesmo com pouca esperança em ser efetivado, vai comandar o time corintiano contra o Atlético-GO, na Neo Química Arena.