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Com longo histórico de rivalidade, Palmeiras e Santos chegam ao “apogeu” do confronto

Gazeta
Gazeta Esportiva

27 de janeiro de 2021 - 10:00 - Atualizado em 27 de janeiro de 2021 - 10:15

O confronto entre Palmeiras e Santos é um dos mais importantes do futebol brasileiro e foi apelidado de “Clássico da Saudade” por causa de partidas marcantes nas décadas de 50 e 60. Mas o “apogeu” chega agora, em 2021.

Verdão e Peixe decidirão a final da Libertadores da América no próximo sábado, no Maracanã. Depois de inúmeros duelos pelo estado ou pelo país, os clubes brigam pelo continente.

A rivalidade começou nos anos 50 e foi acentuada nos célebres encontros entre Ademir da Guia e Pelé. O Santos era o time a ser batido, mas o Palmeiras batia de frente. Entre 1955 e 1966, o Peixe venceu o Campeonato Paulista oito vezes. Quando não foi o campeão, o Verdão ergueu a taça (1959, 1963 e 1966).

O “choque” voltou com mais força em 2015, quando Santos e Palmeiras decidiram dois títulos. O Peixe venceu o Campeonato Paulista, enquanto o Verdão conquistou a Copa do Brasil.

E a vitória nacional do Palmeiras contou com muita polêmica. Ainda pelo Campeonato Brasileiro, Ricardo Oliveira comemorou um gol com a tradicional “careta” de sua carreira. O principal “rival” era Fernando Prass, com quem chegou a trocar acusações e empurrões. O gesto do atacante virou motivação. E foi repetido ironicamente quanto o Alviverde ganhou nos pênaltis no Allianz Parque.

“Acho que é a rivalidade. Normal, coisa do futebol. Pode ser um ressentimento da final, da cavadinha”, disse Ricardo Oliveira.

“Isso é personalidade do atleta, o modo de conduta. Não acredito que uma pessoa se transforme tanto dentro de campo”, falou Fernando Prass à época.

Depois de 2015, Santos e Palmeiras se enfrentaram em mata-mata por semifinais do Campeonato Paulista. O Peixe venceu em 2016, enquanto o Verdão deu o troco em 2018.

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