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Clubes proíbem gramado sintético e venda de mandos no Brasileiro

Redação RIC Mais
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20 de fevereiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 20 de fevereiro de 2017 - 00:00

Foto: Maurício Mano, site oficial Atlético Paranaense

Na Arena da Baixada, sem grama natural, Atlético-PR foi quase imbatível na Série A de 2016

O Conselho Técnico do Campeonato Brasileiro da Série A, ocorrido na tarde desta segunda-feira na sede da CBF, tomou duas decisões importantes, que vão mexer diretamente com dois rubro-negros.

A primeira delas foi a proibição do uso de gramados sintéticos para jogos do torneio. Ou seja, o Atlético-PR vai perder aquela que foi sua grande arma no Brasileiro passado – derrotou quase todos os adversários na Arena da Baixada, perdendo apenas do Palmeiras.

Mas a perda não será imediata. Foi ao menos estabelecida uma “regra de transição” de um ano, por sugestão do presidente do Grêmio, Romildo Bolzan. Como ficaria muito em cima da hora para o Atlético-PR trocar o gramado (vale lembrar que colocou o sintético há cerca de um ano), o time paranaense vai poder jogar normalmente em 2017, e depois terá de mudar o piso.

A outra medida atinge o Flamengo, mas não só ele. Foi proibida a venda de mando de campo e, com isso, o clube não poderá mais mandar jogos fora do Estado, como fez várias vezes no ano passado. Não foi só o time carioca que fez isso, mas ele foi quem mais atuou longe de casa em 2016.

Alguns clubes votaram contra a medida. O presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, argumentou que os jogos fora do território fluminense ocorrem quando não há onde o time atuar, mas não convenceu a maioria de seus colegas.

Assim, o Flamengo, que tinha entre outras propostas fazer do Pacaembu, em São Paulo, uma espécie de segunda casa, vai ter de utilizar mais o estádio da Portuguesa, na Ilha do Governador. Ou então, torcer para que a indefinição sobre o Maracanã acabe logo.

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