Esportes

CBG divulga convocação das ginastas do conjunto de Ginástica Rítmica para os Jogos Olímpicos

Gazeta
Gazeta Esportiva

8 de julho de 2021 - 18:33 - Atualizado em 8 de julho de 2021 - 18:45

Beatriz Linhares, Deborah Medrado, Geovanna Santos, Maria Eduarda Arakaki e Nicole Pírcio. Essas são as cinco atletas convocadas pela treinadora Camila Ferezin para integrar o conjunto brasileiro de Ginástica Rítmica nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Ao contrário de outras competições, não é permitida a inscrição de reserva para a disputa olímpica.

Segundo Camila, a escolha foi embasada por uma série de análises. “Vários critérios foram levados em consideração para que chegássemos a esses cinco nomes. Graças ao trabalho desempenhado, tínhamos muitas meninas com condições, e isso é muito positivo. Para fecharmos o grupo levamos em conta quem fazia melhor as duas séries, já que não será mais suficiente ter bom desempenho em uma coreografia apenas. Fizemos vários testes, mudamos posições, ajustamos e essa composição foi a que melhor se adaptou ao que precisávamos”.

Antes da viagem rumo a Tóquio, o Brasil poderá participar de mais uma competição, o Gran Prix Israel, nos dias 16 e 17. “Nossa ida a Israel está pendente dos trâmites burocráticos relacionados à pandemia. Fomos convidados por eles para ir ao Grand Prix, mas o país está fechado para brasileiros. Estamos em contato com a embaixada para conseguir a autorização. Caso ela seja dada, com certeza iremos”, explica Camila.

Até a entrada no Japão, a equipe estará acompanhada por duas reservas, Barbara Galvão e Gabrielle Moraes. “Como tudo pode acontecer daqui para lá, preferimos manter as reservas agregadas ao grupo principal”, diz a treinadora.

O conjunto brasileiro vem embalado, após uma emocionante classificação olímpica, alcançada no Campeonato Pan-Americano, no mês passado, no Rio de Janeiro. Na série de cinco bolas, a nota do Brasil ultrapassou a barreira dos 40 pontos.

Em Tóquio, o Brasil tentará alcançar a final olímpica pela terceira vez – ficou entre os oito melhores do mundo em Sydney-2000 e Atenas-2004. “A busca da final continua sendo nossa meta. Estamos trabalhando duro e aumentamos bastante nosso nível de dificuldade após a conquista da vaga. Temos conjuntos ágeis, apresentando coreografias com alto valor de dificuldade e sem esquecer, em momento algum, a parte artística. Vamos em frente para conseguir estar na final”, conclui Camila.

Informamos aos nossos visitantes que nosso site utiliza cookies. Ao usar nosso site, você concorda com nossos Termos de Uso. A maioria dos navegadores aceita cookies automaticamente. Para ver quais cookies utilizamos, acesse nossa Política de Privacidade.