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Belmonte detalha plano do São Paulo para pagar a dívida com Daniel Alves

Gazeta
Gazeta Esportiva

5 de abril de 2021 - 08:52 - Atualizado em 5 de abril de 2021 - 09:00

Neste domingo, Carlos Belmonte, diretor de futebol do São Paulo, foi o convidado especial do programa Mesa Redonda, da TV Gazeta. Durante sua participação, o dirigente falou sobre como o clube do Morumbi pretende sanar a dívida que acumula com Daniel Alves.

O Tricolor deve cerca de R$12 milhões em direitos de imagem ao camisa 10. De acordo com o Belmonte, o cronograma para o pagamento da dívida depende do desempenho esportivo da equipe na temporada.

“Um dos caminhos é pagar todo o ano em dia. Ou seja, pagarmos 2021 inteiro em dia até dezembro. De acordo com o nosso departamento financeiro, isso nós temos condição de fazer. E, então, negociar esse passivo que já vem do ano passado. Negociar como? Parcelando a partir do ano que vem, ou então a partir de resultados que a gente obtenha. O nosso orçamento é bastante conservador”, afirmou Belmonte.

“Então, por exemplo, o São Paulo tem como previsão chegar às oitavas de final. Não há previsão orçamentária para caso o São Paulo chegue às quartas de final. Então, a gente vai planejando de acordo com esses recursos que vão entrando por fase”, completou.

Ainda segundo Belmonte, o São Paulo deve valores de direito de imagem a mais atletas do elenco. A diretoria pretende resolver o problema nos próximos dois dias.

“Não só a questão do Daniel, mas também temos que acertar os direitos de imagem de outros jogadores. Porque, durante a pandemia, a gestão passada combinou com os jogadores que pagaria os direitos de imagem e 25% da CLT nesta temporada, a partir de março. Então, a gente fez o pagamento do CLT. A imagem, que era para ter sido paga no dia 10 de março, provavelmente será paga na segunda ou na terça”, disse o diretor.

Por fim, Belmonte revelou que, apesar do Tricolor ter feito seis contratações para a temporada, a folha salarial diminuiu em relação ao início da gestão de Julio Casares.

“Nós trouxemos seis jogadores, mas tivemos as saídas de Juanfran e Carneiro, os empréstimos do Tréllez e do Jean, o reempréstimo do Hudson… Quando a gente pega os valores de entrada e de saída, com a saída do Tchê Tchê, a nossa folha hoje já vai ser menor do que era”, finalizou.

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