Redação RIC Mais
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26 de junho de 2020 - 16:56

Atualizado em 26 de junho de 2020 - 16:56

Esportes

Austrália e Nova Zelândia são escolhidas para sediar a Copa do Mundo Feminina 2023

Colômbia era a outra candidata na disputa

Austrália e Nova Zelândia são escolhidas para sediar a Copa do Mundo Feminina 2023
(Créditos: Divulgação/FIFA)

Resumo da matéria

Na última quinta-feira (25), a FIFA anunciou os países sedes da Copa do Mundo Feminina 2023. A competição terá dois países da Oceania como organizadores, Austrália e Nova Zelândia.

O anuncio foi feito pelo presidente da entidade, Gianni Infantino, após votação do Conselho da FIFA realizada por videoconferência. A proposta dos dois países recebeu 22 dos 35 votos válidos.

A competição teve inicialmente quatro candidatos à sediar a competição, Brasil, Colômbia, Japão e a candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia. Mas no começo de junho o Brasil desistiu por causa dos impactos econômicos e fiscais devido aos impactos da Covid-19. Faltando três dias para a escolha, o Japão também anunciou a desistência em sediar a competição.

“A oportunidade de jogar em uma Copa do Mundo Feminina da FIFA em casa é algo que todos os jogadores de futebol sonham e estou ansioso para ver esse sonho realidade. Jogar pelas Matildas na Austrália será o destaque da minha carreira e uma oportunidade de inspirar meninas, tanto na Austrália como na Nova Zelândia, e em todo o mundo a jogar futebol. ”

Sam Kerr, capitão da Austrália

Essa será a primeira edição da Copa do Mundo Feminina a ter 32 países participantes, ao invés de 16 como em 2011. Além disso será a primeira no Hemisfério Sul e a primeira a aparecer na Confederação de Futebol da Oceania.