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Athletico-PR empata com o Atlético-GO e segue na zona de rebaixamento do Brasileirão

Gazeta
Gazeta Esportiva

17 de outubro de 2020 - 21:00 - Atualizado em 17 de outubro de 2020 - 22:45

Mesmo jogando com um jogador a mais desde os 18 minutos do primeiro tempo, o Athletico-PR não conseguiu superar o Atlético-GO, neste sábado, no Estádio Olímpico. A partida, válida pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro, terminou em 1 a 1.

Com o resultado, o Dragão perdeu a chance de encostar no G6 da competição. A equipe comandada por Eduardo Souza vai dormir na 8ª colocação, com 22 pontos.

Já o Athletico-PR aumentou sua sequência negativa para seis jogos sem vitória. O Furacão está em 17º lugar no Brasileirão, com 16 pontos conquistados.

O Athletico-PR retorna aos gramados na terça-feira, quando enfrenta o Peñarol, no Uruguai, pela última rodada da fase de grupos da Libertadores. O Atlético-GO, por outro lado, terá uma semana livre de treinos antes de receber o Palmeiras no domingo, pelo Campeonato Brasileiro.

O jogo

Atlético-GO e Athletico-PR fizeram um primeiro tempo equilibrado. Enquanto o Dragão marcava forte e apostava nas jogadas de velocidade, o Furacão apostava na troca de passes para furar o bloqueio mandante.

Os donos da casa ficaram com um a menos logo aos 18 minutos da partida. Willian Maranhão se desentendeu com Carlos Eduardo e acabou dando um tapa na cara do atacante do Athletico. O volante recebeu cartão vermelho direto.

Mesmo em desvantagem numérica, o Atlético teve um pênalti marcado a seu favor aos 22 minutos. Zé Roberto invadiu a área e foi derrubado por Pedro Henrique, mas o árbitro de vídeo acabou constatando impedimento do atacante e invalidou a marcação.

Com um jogador a mais, o Athletico se lançou ao ataque, mas em vão. Kayzer desperdiçou uma boa oportunidade de cabeça e Éder quase marcou contra, mas Jean defendeu com a perna.

Apesar da vantagem numérica, o Furacão deixou espaços para o Dragão, que abriu o placar aos 45 minutos da primeira etapa. João Victor arrancou pela direita e cruzou para Zé Roberto dentro da área. Com o peito, o atacante mandou a bola no canto esquerdo de Santos e inaugurou o placar.

O Athletico-PR voltou do intervalo decidido em aproveitar a superioridade numérica. Aos cinco minutos do segundo tempo, Fabinho arrancou pela esquerda e acionou Kayzer, mas o atacante demorou para finalizar e desperdiçou a chance.

Doze minutos depois, Nikão recebeu a bola na direita, limpou a marcação e cruzou rasteiro para Léo Cittadini finalizar de primeira e empatar a partida.

O Furacão até construiu boas oportunidades para garantir a virada, mas desperdiçou. Aos 18, Nikão recebeu mais uma vez pela direita e, de fora da área, arrematou, tirando tinta da trave de Jean. Aos 23, foi a vez de Léo Cittadini aparecer livre na área e, após cruzamento de Ravanelli, mandar por cima do gol.

Renato Kayzer, que se destacou em 2020 pelo próprio Atlético-GO, não conseguiu fazer prevalecer a “lei do ex”. O atacante desperdiçou grandes chances, a última delas aos 33 minutos depois de uma falha da defesa do Dragão.

Antes do confronto terminar empatado, o Athletico-PR ainda carimbou a trave de Jean em cabeçada de Bissoli. Apesar de toda a pressão visitante na segunda etapa, o confronto terminou empatado.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-GO 1 X 1 ATHLETICO-PR

Local: Estádio Olímpico, Goiânia (GO)

Data: 17 de outubro de 2020, sábado

Horário: 19h (de Brasília)

Árbitro: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)

Assistentes: Jean Márcio dos Santos (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)

VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)

Cartões amarelos: Éder e Matheus Vargas (Atlético-GO); Léo Gomes, Léo Cittadini, Abner Vinícius e Geuvânio (Athletico-PR)

Cartões vermelhos: Willian Maranhão e Everton Felipe (Atlético-GO)

GOLS: Zé Roberto, aos 45 do 1ºT (Atlético-GO); Léo Cittadini, aos 17 do 2ºT

ATLÉTICO-GO: Jean; Dudu, Éder, João Victor e Natanael; Willian Maranhão, Marlon Freitas e Chico (Matheus Frizzo); Janderson (Arnaldo), Matheus Vargas (Matheuzinho) e Zé Roberto (Hyuri).

Técnico: Eduardo Souza

ATHLETICO-PR: Santos; Léo Gomes (Fabinho), Thiago Heleno, Pedro Henrique e Abner Vinícius; Wellington (Richard), Christian, Léo Cittadini e Ravanelli (Guilherme Bissoli); Carlos Eduardo e Renato Kayzer (Geuvânio).

Técnico: Eduardo Barros