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Mulheres com silicone dominam sambódromos no Carnaval

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

10 de fevereiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 10 de fevereiro de 2017 - 00:00

Tânia Oliveira (Foto: Eduardo Graboski)

Especialista diz que implantes de silicone são cada vez mais utilizados por conta da evolução das próteses e naturalidade do resultado

Muitas rainhas e madrinhas de bateria das agremiações de São Paulo estão com as comissões de frente turbinadas. As belas que arrancam suspiros antes e durante os desfiles das escolas de samba usam implantes de silicone nas mamas. Umas são mais discretas, outras nem tanto. 

No hall das mais modestas está Dani Bolina, Madrinha de Bateria da Vila Maria. A ex-panicat trocou recentemente seus implantes e optou por um tamanho menor. “Meus primeiros implantes eram maiores, de 350 ml. Como desejava mamas mais naturais e menores troquei em 2016 por implantes de 225 ml que se adaptam ao meu biotipo”, revela a bela.

Já Tânia Oliveira, Madrinha de Bateria da Dragões da Real, tem uma comissão bem generosa. “São 385 ml em cada mama. Eu era reta e quando coloquei meus implantes, eu quis um implante poderoso. Meus peitos são grandes, mas ficaram naturais”, comenta a capa da playboy de fevereiro de 2006 e também ex-panicat. Camila Silva, a deslumbrante Rainha de Bateria da Vai-Vai, também gosta de volume e assim como seus ritmistas tem uma comissão nota 10. A beldade usa implantes de 400 ml.

Quando o assunto é abundância, a Rainha de Bateria da Gaviões da Fiel, Tati Minerato, é a campeã. Adepta do silicone desde 2006, quando colocou um implante de 300 ml, Tati trocou os implantes em 2010, optando por uma prótese de 450 ml.

De acordo com o cirurgião plástico Marcelo Olivan, os implantes de silicone são cada vez mais utilizados, pois por conta da evolução das próteses, as mamas estão cada vez mais alinhadas ao biotipo da mulher. “Hoje o silicone proporciona uma maior naturalidade e é justamente esse aspecto que as mulheres mais desejam”, completa o médico.

De acordo com a maior fabricante de implantes de silicone da América Latina, a Silimed, o implante mais vendido no Brasil no ano passado foi o modelo redondo de poliuretano de volume 330 ml. Em segundo lugar ficou o implante cônico de 275 ml.

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