Jorge Jubrail

Quando não pudermos ser a cura, sejamos o bálsamo

“Sempre poderemos fazer algo pelo próximo. Apenas a vontade de fazer não basta, no mínimo temos que ter a iniciativa, mas, tendo vontade e nada podendo fazer, espargir a luz por meio de pensamentos positivos, já será nosso quinhãozinho de socorro.”

Jorge
Jorge Jubrail
Quando não pudermos ser a cura, sejamos o bálsamo

30 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 9 de junho de 2020 - 14:52

Ajudar os irmãos na Terra faz parte do nosso progresso. Estamos aqui de passagem, em caráter de provação e expiação. Ajudando alguém, na verdade, estamos nos ajudando, melhorando nossa condição espiritual, por meio do despertar de duas virtudes básicas, a solidariedade e a fraternidade, essenciais para um mundo mais feliz.

Tenhamos em mente que simples palavras como “bom dia”, “muito obrigado” e “por gentileza”, ditas do fundo da alma, fazem a diferença no dia-a-dia das pessoas. Não deixemos, portanto, que o véu materialista que carregamos sob nossas vistas, torne invisíveis as pessoas que nos cercam e precisam de atenção, que esses gestos simples sejam cada vez mais espontâneos e frequentes.

O perdão é outra virtude. Devemos pedir perdão àqueles que prejudicamos ou causamos prejuízos e, também, perdoarmos a tudo e a todos, haja o que houver, aconteça o que acontecer. Dessa maneira, viveremos mais em paz e administraremos melhor nossas vidas com serenidade, atenuando as dores do sofrimento.

Por fim, nos recordemos que temos o livre arbítrio; podemos escolher entre praticar os gestos simples ou não, pedir perdão e perdoar ou não, mas, que a principal lei da evolução é a da ação e reação. Façamos aos outros, apenas o que gostaríamos que fizessem conosco e observemos todos os homens, bons e maus, para aprender o que fazer e o que não fazer. Um chinesinho muito sábio avisou há milênios: – Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo.Confúcio